Vamos trazer R$ 300 milhões para obras’.

A prefeitura de Itaboraí deve lançar na próxima semana o edital de licitação para as obras de pavimentação da estrada que liga os bairros de São José à Serrinha. Serão quase sete quilômetros em um projeto estimado em R$ 10 milhões. A demora nas obras, observada por todos os moradores que se utilizam da estrada é justificada pelo prefeito Sérgio Soares, em entrevista a O SÃO GONÇALO. A administração também entra o mês de outubro comemorando a quitação de débitos com a Previdência Social, que permitiu iniciar negociações para projetos com o Ministério das Cidades no valor de R$ 300 milhões.

O SÃO GONÇALO – Os moradores de São José reclamam que por diversas vezes a obra de pavimentação da estrada foi adiada. Houve problemas de orçamento ou de planejamento que impediram o início dos trabalhos?

Sérgio Soares – Espero que na primeira semana de dezembro as máquinas já estejam em São José. Mas realmente estamos atrasados com a promessa que fizemos. Contratamos uma empresa para fazer o projeto que não prestou atenção aos detalhes e fez todo o planejamento da divisa para São Gonçalo. O projeto veio para nós, e na elaboração do edital
percebemos que estava invertido. Mandamos que a empresa refizesse tudo, mas desta vez, da divisa para Itaboraí. No próximo dia 15 vamos publicar o edital, no dia 4 de novembro certamente o contrato já vai estar assinado e em trinta dias começam as obras. É a minha terra, onde me criei, e estou ansioso para começar a pavimentação daquela estrada.

O SÃO GONÇALO – A divisa com São Gonçalo é um dos trechos mais complicados daquela estrada, a partir do Largo da Ideia, e que afeta justamente muitos moradores de Itaboraí.

Sérgio Soares – Me encontrei com a prefeita Aparecida Panisset em um reunião no Departamento de Estradas e Rodagens. Conversamos sobre isso, e ela se comprometeu a fazer este quilômetro, do Largo da Ideia até São Gonçalo ao mesmo tempo em que nós fizermos a obra em Itaboraí.

O SÃO GONÇALO – Os convênios com o Governo Federal estavam suspensos por conta de problemas que a prefeitura tinha com a Previdência. Social Em julho, os secretários estavam sendo cobrados para apresentar novos projetos para aproveitar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Como está a tramitação em Brasília?

Sérgio Soares – O município agora está totalmente limpo para celebrar convênios. O PAC na comunidade do Rato Molhado era de R$ 5 milhões e conseguimos, depois de muitas reuniões, aumentar para R$ 15 milhões e dobramos as unidades habitacionais. Em vez de 80 casas, serão construídas 160. Agora, no Ministério das Cidades estamos pedindo mais de R$ 300 milhões em obras de saneamento e urbanização para os bairros de Joaquim de Oliveira e São Joaquim, Gabriela 1 e 2, Olienópolis, Monte Verde e Santo Antônio. A necessidade dos bairros é tanta, que para diminuir os custos, nos comprometemos a fazer a pavimentação por conta própria.

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