Sesau vai contratar nova empresa de limpeza

Um contrato emergencial proposto ontem pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) à Superintendência Estadual de Licitações (Supel) deverá encontrar uma nova empresa para assumir as ações da atual prestadora de serviços de limpeza hospitalar, a Romar. A empresa está envolvida na operação Termópilas por suspeita de irregularidades no processo licitatório. Segundo a Polícia Federal, a empresa pertence ao deputado estadual Valter Araújo, foragido desde o dia 14 último.
O valor pago pelo Estado para a empresa é de R$ 628 mil mensais. O contrato de prestação de serviços foi assinado em 1° de fevereiro de 2010 e já passou por dois termos aditivos. A Romar presta serviços ao Estado até 17 de janeiro, quando a empresa emergencial assumirá o lugar. Esta nova empresa prestará serviços pelo período de 90 a 180 dias, enquanto um edital é publicado para que uma empresa exerça as funções de forma efetiva. Além do envolvimento na operação da Polícia Federal (PF), que acarretou na prisão do presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Valter Araújo, a falta de pagamento aos funcionários decorreu uma paralisação que, segundo a Sesau, durou algumas horas. Cerca de 240 funcionários da Romar cruzaram os braços exigindo o pagamento de salários, cestas básicas, vales-transporte e o 13º salários, alguns, atrasados desde outubro.
De acordo com Edson Nunes Pereira, gerente administrativo da Romar, o atraso no pagamento ocorreu devido ao também atraso do pagamento do contrato do Estado para a empresa. O atraso é confirmado pelo assessor do secretario da Sesau, Tiago Flores. “O pagamento do mês de outubro realmente foi atrasado, mas, em contrato, a empresa prestadora de serviço deve manter mesmo com o atraso do Estado o pagamento dos funcionários”, justifica.
No último dia 20 foi realizada uma reunião entre Sesau, Ministério Público, Romar e representantes do sindicato dos trabalhadores. Segundo Flores, a reunião tinha como pauta principal a recuperação do processo contratual da Romar com a Sesau, que foi apreendido pela PF na operação Termópilas. “Apenas com o processo poderíamos efetuar o pagamento da empresa”, explica o assessor. Apesar de não terem acesso a todo o processo, algumas informações concedidas à secretaria auxiliaram no pagamento do montante atrasado.
FALTA DE PAGAMENTO GEROU GREVE ENTRE FUNCIONÁRIOS
Um contrato emergencial proposto ontem pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) à Superintendência Estadual de Licitações (Supel) deverá encontrar uma nova empresa para assumir as ações da atual prestadora de serviços de limpeza hospitalar, a Romar. A empresa está envolvida na operação Termópilas por suspeita de irregularidades no processo licitatório. Segundo a Polícia Federal, a empresa pertence ao deputado estadual Valter Araújo, foragido desde o dia 14 último.
O valor pago pelo Estado para a empresa é de R$ 628 mil mensais. O contrato de prestação de serviços foi assinado em 1° de fevereiro de 2010 e já passou por dois termos aditivos. A Romar presta serviços ao Estado até 17 de janeiro, quando a empresa emergencial assumirá o lugar. Esta nova empresa prestará serviços pelo período de 90 a 180 dias, enquanto um edital é publicado para que uma empresa exerça as funções de forma efetiva. Além do envolvimento na operação da Polícia Federal (PF), que acarretou na prisão do presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Valter Araújo, a falta de pagamento aos funcionários decorreu uma paralisação que, segundo a Sesau, durou algumas horas. Cerca de 240 funcionários da Romar cruzaram os braços exigindo o pagamento de salários, cestas básicas, vales-transporte e o 13º salários, alguns, atrasados desde outubro.
De acordo com Edson Nunes Pereira, gerente administrativo da Romar, o atraso no pagamento ocorreu devido ao também atraso do pagamento do contrato do Estado para a empresa. O atraso é confirmado pelo assessor do secretario da Sesau, Tiago Flores. “O pagamento do mês de outubro realmente foi atrasado, mas, em contrato, a empresa prestadora de serviço deve manter mesmo com o atraso do Estado o pagamento dos funcionários”, justifica.
No último dia 20 foi realizada uma reunião entre Sesau, Ministério Público, Romar e representantes do sindicato dos trabalhadores. Segundo Flores, a reunião tinha como pauta principal a recuperação do processo contratual da Romar com a Sesau, que foi apreendido pela PF na operação Termópilas. “Apenas com o processo poderíamos efetuar o pagamento da empresa”, explica o assessor. Apesar de não terem acesso a todo o processo, algumas informações concedidas à secretaria auxiliaram no pagamento do montante atrasado.
LIMPEZA DOS HOSPITAIS VOLTA AO NORMAL
Segundo o diretor do Hospital de Base, Jean Negreiros, a paralisação foi parcial e começou na quarta-feira, durando quase 48 horas. “Aos poucos a gente vai recuperando o tempo que ficou com poucos funcionários”, garante o diretor. Para atender a limpeza do hospital, cerca de 120 funcionários da empresa terceirizada trabalham escovando corredores, limpando salas cirúrgicas, banheiros e enfermarias. “Eles cuidam apenas do lixo normal, o lixo hospitalar é uma empresa específica”, explica. Mesmo com o acordo feito com os trabalhadores, no Hospital de Base apenas 70% do efetivo trabalha normalmente.
No Cemetron, 25 funcionários da Romar prestam serviço para a unidade. Segundo a diretora do Cemetron, Stella Ângela Tarallo Zimmerli, 100% do efetivo trabalha normalmente. “Aqui no Cemetron a paralisação aconteceu só na quinta de manhã. À tarde, todos voltaram a trabalhar normalmente”, diz Stella.

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