São Bernardo abre licitação para urbanização e moradias no Jardim Ipê

O governo do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), abriu licitação para elaboração de projeto executivo, obras de urbanização e construção de 60 unidades habitacionais no Jardim Ipê. O plano também propõe remanejamento de famílias em áreas de mananciais no Grande Alvarenga. A concorrência pública se baseará na proposta de menor preço para execução dos serviços e a abertura das propostas ocorre em 23 de outubro.
Segundo o edital, a empresa vencedora do certame terá prazo 45 dias, a partir da emissão da ordem de serviço, para entregar o projeto executivo ao governo. Em caso de atraso, a construtora pode sofrer penalização de 0,3%, por dia, até o limite de 10%, sobre o valor do contrato, que se estima pela tomada de preço em R$ 6.934.032,45, oriundos de verbas do Ministério das Cidades, por meio da Caixa Econômica Federal.
O prazo de execução dos serviços e obras será de 12 meses contados a partir da emissão da ordem de serviço, pela diretoria técnica da Secretaria de Habitação. Além das unidades habitacionais, estão previstas as construções de um centro comercial, um parque público com áreas verdes, playgrounds, aparelhos de ginásticas, duas praças, um mirante, bancos, quadras poliesportivas e pista de skate.
A futuras unidades habitacionais fazem parte de projetos que abrangerão a remoção de 1.496 famílias em situação de precariedade no próprio Jardim Ipê, Sítio Bom Jesus, Alvarenga Peixoto, Divinéia, Pantanal I e II. Atualmente, os assentamentos irregulares crescem em São Bernardo e famílias vivem em áreas de preservação ambiental e, portanto, convivem em condições críticas de moradias, com barracos, ruas sem asfalto e esgoto a céu aberto.
Em julho, Morando e o secretário municipal de Habitação, João Abukater Neto, anunciaram a rescisão com a construtora H.Guedes, responsável pela execução dos serviços, mas segundo o governo, há dois anos estava com as obras paradas. O projeto assinado pelo ex-prefeito Luiz Marinho (PT) previa 98 moradias, o que englobava 38 casas e 60 apartamentos.
Dias antes de passar o comando do governo para Morando, Marinho chegou a entregar, em dezembro 2016, 40 unidades habitacionais construídas no Sítio Bom Jesus. A gestão petista passou as chaves de outras 304 unidades anteriormente, juntamente com uma unidade do Cras (Centro de Referência de Assistência Social) e um centro comercial com 17 boxes. O governo anterior também previu 570 famílias beneficiadas.

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