Readequação da Avenida da FEB vai custar R$ 1 milhão

Secretário Eduardo Chilleto afirmou que serviço é necessário para melhorar o tráfego

Readequação da Avenida da FEB vai custar R$ 1 milhão
As obras do VLT, em Cuiabá e Várzea Grande, estão paradas desde o final de 2014

O secretário de Estado de Cidades (Secid), Eduardo Chilleto afirmou nesta quinta-feira (12)  que o governo deve contratar ainda este ano uma empresa para realizar o aterramento dos canteiros do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), ao custo de R$ 1 milhão.

De acordo com o secretário, o serviço é necessário para colocar os “gelos baianos” (obstáculos colocados para disciplinar o trânsito) dentro dos canteiros, visando a melhorar o  tráfego na Avenida da FEB, em Várzea Grande.

“O ideal é o gelos baianos estarem dentro do canteiro e não na via, mas para colocar dentro do canteiro é preciso aterrar”, afirmou.

“Com a retirada, os motoristas e pedestres  vão ganhar cerca de 50 centímetros nas pistas, para poderem ir e vir com certa tranquilidade”, complementou.

Os reparos nos canteiros do  VLT tiveram início na terça-feira (10) com serviços de limpeza e tapa-buraco.

A assessoria de impresa da Secid afirmou que a empresa que será contratada também ficará responsável pela pavimentação da via e reconstrução das calçadas.

O mesmo serviço será feito nos canteiros do VLT em Cuiabá, mas para isso uma nova licitação deve ser marcada.

Segundo o secretário, esses custos serão descontados do contrato de R$ 1,447 bilhão com o Consórcio VLT, responsável pela obra.

O ideal é o gelos baianos estarem dentro do canteiro e não na via, e para colocar dentro do canteiro, é preciso aterrar

Consultoria

Questionado, o secretário Eduardo Chilleto afirmou que só falará sobre a conclusão do VLT após a entrega de um estudo de consultoria que está sendo feito pela KPMG Consultoria Ltda.

A empresa foi contratada pelo valor de R$ 3,8 milhões para preparar relatórios detalhados sobre a viabilidade financeira do modal, o cronograma de término da obra, a estimativa de demandas de operação durante os próximos 20 anos, uma proposta de integração do modal à matriz de transporte das duas cidades, bem como o cronograma de desembolso do Estado para a implantação do VLT.

Os primeiros relatórios da consultoria deverão ser apresentados pela empresa em 45 dias após o início dos estudos.

Já a análise final tem prazo de 120 dias para ser concluída e entregue ao Estado.

O VLT

O VLT deveria ter sido entregue em junho de 2014, antes mesmo do início dos jogos da Copa do Mundo em Cuiabá.

Entretanto, os sucessivos atrasos levaram a gestão anterior do Governo do Estado a fazer um aditivo prevendo o término para 31 de dezembro do mesmo ano.

Porém, as obras foram paralisadas antes mesmo deste prazo.

A atual gestão estadual discute a questão na Justiça, visto que o consórcio construtor cobra pelo menos mais R$ 800 milhões para a finalização da obra.
O consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande, formado pelas empresas Santa Bárbara, CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda. e Astep Engenharia Ltda,  venceu a licitação realizada em junho de 2012, na modalidade do Regime Diferenciado de Contratação (RDC), que não permite aditivos, por R$ 1,447 bilhão. Deste total, R$ 1,066 bilhão já foram pagos.

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