Quatro projetos buscam melhorar o trânsito da Grande João Pessoa

Quatro projetos estão sendo desenvolvidos para modernizar e desafogar o Sistema de Transporte Urbano da área metropolitana de João Pessoa. Os estudos apontam a integração das modalidades Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), sobre Pneus (VLP) ou Bus Rapid Transit (BRT), metrô e as demais linhas de ônibus.
O maior projeto foi elaborado pela Secretaria do Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), que já concluiu o Termo de Referência e tem previsão orçamentária de R$ 274 milhões do Ministério dos Transportes para 2011. A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) possui um projeto pronto de modernização da linha férrea de 30 quilômetros já existente entre Santa Rita e Bayeux.
A Superintendência de Transportes e Trânsito (STTrans) irá iniciar estudo para instalação do BRT, também analisado por um projeto do vereador Aristávora de Souza Santos, “Tavinho” (PTB.
De acordo com o secretário de Planejamento e Gestão, Osman Cartaxo, já foi encaminhado para o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) o Termo de Referência que será usado para a abertura da licitação. É através desse termo que a empresa vencedora da licitação irá desenvolver o projeto que irá reestruturar e interligar o sistema de transporte dos 12 municípios da área metropolitana da Capital. “A previsão é que ainda neste mês de agosto seja publicado o edital da licitação para contratação da empresa que irá executar o estudo. A licitação deverá ser feita no modelo de tomada de preço, indicado para projetos com faixa de preço que variam de R$ 150 mil a R$ 600 mil”, disse o secretário.
A elaboração do estudo que fará o detalhamento da implantação do projeto irá custar R$ 455 mil. As previsões elaboradas pelo Termo de Referência é que o sistema tenha oito eixos, que estarão concentrados em seis municípios: João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita, Bayeux, Lucena e Conde. Ao todo, conforme a previsão, os eixos centrais terão aproximadamente 110 quilômetros. O maior deles funcionará do lugar da linha do trem da CBTU, com 30 quilômetros de extensão.
Contudo, o diretor de Transportes da STTrans, Adalberto Araújo e o vereador Tavinho argumentam que a implantação do VLT é inviável por causa do custo e da inflexibilidade de seu percurso. Segundo Adalberto Araújo, a solução seria o BRT (ou VLT), que se trata de ônibus biarticulados, que comportam a mesma quantidade de passageiros e são aproximadamente 75% mais baratos.

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