Próxima licitação aguarda parecer do MP.

Para a Prefeitura, o principal problema é a falta de conhecimento sobre o que faz o profissional conhecido como “cuidador”. Apesar de o termo supor algo técnico, a proposta é que os funcionários sejam treinados pela própria secretaria para lidar com as necessidades dos moradores da casa.

Por causa da dificuldade, a Prefeitura pediu ao Ministério da Saúde – e levou – a prorrogação, por mais 60 dias a partir de 31 de maio, para a abertura da residência. A Prefeitura tem de avisar o ministério sobre o impasse porque o governo federal incentivou a iniciativa com repasse de R$ 10 mil, já entregues e usados na compra de mobília.

A Secretaria de Saúde espera parecer do MP para definir qual modalidade será usada na próxima licitação (pregão, tomada de preço, carta-convite). Segundo a secretaria, R$ 20 mil é considerado valor suficiente para o serviço.

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