Propostas para operação tapa buracos serão abertas dia 4

Previsão é reparar 115 mil metros quadrados de vias ao longo de 2011

Após problemas com o texto original a prefeitura refez e divulgou novo edital para seleção da empresa que irá assumir a operação tapa buracos em 2011. Não havendo recursos, o pregão presencial irá acontecer no próximo dia 4, às 9h, sendo que a empresa habilitada que apresentar o menor valor para execução dos 115 mil metros quadrados de reparos programados para as vias do município vence a disputa.
Na planilha de custos a prefeitura estipulou o preço limite de R$ 5,9 milhões pelo serviço, o dobro do que foi pago à Maripav em 2010. Contudo, no ano passado o trecho executado foi de 95 mil metros quadrados, conforme projeção do edital daquela licitação.
De acordo com a secretaria municipal de Obras Públicas, intenção é assinar o contrato com a vencedora no menor tempo possível, já que no momento a cidade não conta com empresa apta a desempenhar o trabalho. O chefe da secretaria, Antônio Carlos Nasraui, acredita que com ampliação do contrato para 115 mil metros quadrados o município terá menos problemas com a qualidade do asfalto, atualmente muito criticada pela população.
“Serão 20 mil metros quadrados a mais de reparos, o que deve atender bem a demanda”. afirmou.
Reconhecendo a necessidade na contratação do serviço de forma rápida, a prefeitura chegou a cogitar na última semana em realizar uma tomada de preços com dispensa de licitação para um contrato temporário por 90 dias, ao valor estimado de R$ 1,5 milhão. Agora com o novo edital a hipótese foi afastada.
Motoristas precisam redobrar atenção com crateras nas ruas
Enquanto não há definição sobre a empresa que irá assumir a operação tapa buracos, as vias da cidade seguem se deteriorando, em processo acelerado pelas constantes chuvas.
Um exemplo é a situação do cruzamento das ruas Lázaro Teixeira de Camargo e Luiz Casagrande, no Toffoli, zona sul da cidade. Quatro grandes crateras complicam o trânsito de veículos pelo local, colocando em risco os motoristas.
“O pessoal vai desviar, invade a pista e o risco de bater de frente com outro no sentido contrário é grande. Não tem como passar dois carros ao mesmo tempo e isso tudo começou há mais de seis meses”, relata a dona de casa, Suelen Rogério de Paula, que mora em frente ao cruzamento.
Na rua Augusto Genta, no Parati, os moradores também aguardam há muito tempo pelos reparos no asfalto. O barro formado nos seguidos buracos ao longo da rua invade calçadas e garagens em dias de chuva, e em período de estiagem as casas não param limpas por conta da poeira que se espalha.

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