Projetos de Curitiba para a Copa são apresentados na África.

Orlando Pessuti e Luciano Ducci prestam contas para a FIFA das obras previstas para sediar a competição em 2014

O governador Orlando Pessuti e o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, apresentam nesta semana ao comitê da Fifa e representantes do governo federal, na África do Sul, o andamento das obras e os projetos que o Paraná está realizando para receber os jogos da Copa das Confederações em 2013 e da Copa do Mundo em 2014. “São diversas secretarias envolvidas nos trabalhos que começaram em 2008. Com o grupo de trabalho criado nesta semana exclusivamente para gerenciar as ações relativas à Copa, temos certeza da linearidade das obras que estão sendo realizadas pelas prefeituras municipais em conjunto com os governos Estadual e Federal”, disse Pessuti. “É fundamental que o colegiado de secretários dê o apoio ao Comitê da Copa e ao secretário da Copa para que nenhuma ação se contraponha a outra e que as obras estejam concluídas no prazo.”

A maior preocupação é quanto ao estádio para os jogos. Reuniões com dirigentes do Clube Atlético Paranaense e da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), e outros encontros, com diretores da Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio), estão agendados para os próximos dias, na tentativa de buscar soluções para as obras que precisam ser realizadas na Arena da Baixada. Esse esforço será levado para a África do Sul.
“Quando a Arena da Baixada foi apontada como uma das possíveis sedes dos jogos da Copa de 2014 o nível de exigências da Fifa eram muito menores que os exigidos agora. São aproximadamente R$ 160 milhões em investimentos. Agora os empresários se uniram a nós para buscarmos as soluções para este impasse”, disse o secretário para a Copa, Algaci Túlio.
Representantes da Fiep e dirigentes do clube paranaense foram a Brasília conversar com membros do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), para tentar baixar os juros do financiamento de R$ 130 milhões, algo em torno de 11%, que o Atlético tenta fazer com a instituição.

Ontem, a secretária Especial para Assuntos da Copa criou, durante reunião com secretários de estado e representantes da Caixa Econômica Federal, um grupo técnico para acompanhar o andamento dos projetos e obras para a Copa 2014. O grupo será responsável pelas licitações, assessoria jurídica, desapropriação de áreas, fiscalização e acompanhamento das obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Ttécnicos das secretarias do Desenvolvimento Urbano, Transporte, Turismo, Segurança Pública, Meio Ambiente, Planejamento e de Assuntos para a Copa, além da Procuradoria Geral do Estado, vão unificar as informações das obras e ações que estão sendo realizadas visando a Copa. O grupo será responsável pelas licitações, assessoria jurídica, desapropriação de áreas, fiscalização e acompanhamento das obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Entre as principais obras apresentadas está a construção do corredor metropolitano, que irá desafogar o trânsito da capital além de organizar o fluxo de pessoas e de cargas na região metropolitana. A obra orçada em R$ 130 milhões fará a ligação, através de vias de integração radiais, dos municípios de Colombo, Pinhais, Piraquara, Fazenda Rio Grande, São José dos Pinhais e Araucária.
“São investimentos superiores há R$ 229 milhões, financiados pelos governos Federal e Estadual, que irão melhorar a ineficiência e deficiência de algumas vias. Nosso tempo é curto, mas estamos cumprindo todos os prazos, para termos a melhor infraestrutura para recebermos os dois mundiais”, disse o secretário de Transporte, Mario Stamm Filho.De acordo com o superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Arielson Bittencourt, foram selecionados cinco contratos do governo do Paraná no valor de R$ 241 milhões, para a criação de vias de integração radial, implantação do corredor aeroporto-rodoferroviária, implantação de linhas especiais de ônibus, sinalização, e criação de um novo corredor metropolitano.
“Os próximos passos para a execução dos contratos são análise das condições de pagamento do governo do Estado e a apresentação de garantias. Aguardamos este estudo para encaminhá-lo à Secretaria do Tesouro Nacional. Depois da contratação serão avaliados os projetos, e, na sequência, terão início as licitações das obras. A meta é que os empreendimentos estejam prontos até 2012”, explicou Bittencourt.

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