Profissionais analisam Shopping a céu aberto em TL.

Gabriela Carvalho

Chega na segunda-feira (1) e deve permanecer até o final da semana uma equipe de profissionais da Over Branding – composta por historiador, geólogo, arquiteto, engenheiro e designer. Juntos eles devem coletar informações para elaborar as medidas e propostas que devem ser adotadas para transformar o centro da Cidade em um shopping a céu aberto.

O projeto está sendo estruturado desde 2008. Segundo a gestora do projeto de Varejo, Michele Almeida, a denominação shopping a céu aberto é fruto de um conceito utilizado nos Estados Unidos. “Eles [EUA] são o berço do varejo. No Brasil, temos exemplos em São Paulo e na Bahia, e aqui em Três Lagoas estamos inovando, trazendo além de uma mudança estrutural, um comprometimento de capacitar e qualificar os atendentes do comércio”, explicou.

Na segunda-feira os trabalhos começam, a ideia é imprimir e adaptar parte da cultura três-lagoense neste espaço. “Eles vão fazer uma análise e posteriormente apresentar o projeto. O ideal é que o consumidor possa transitar nas calçadas livremente. Sem bicicletas e com total estrutura e segurança. Além disso, as ruas terão localizadores [mapas] que devem orientar as pessoas quanto a loja e produto que desejam. É bem parecido com o shopping, a única diferença é que não será coberto”, enfatizou.

ADESÃO

Michele falou ainda sobre a adesão e os possíveis gastos. “A maioria aprovou a ideia. A mudanças das fachadas já estava prevista. Não encontramos problemas na adesão. De qualquer maneira o projeto vai acontecer e ele começa na rua Paranaíba. Já temos 106 adesões confirmadas de uma prévia feita no começo do projeto”.

A gerente do Sebrae Regional Bolsão, Márcia Rocha, destaca as mudanças e vantagens em termos econômicos. “Dispondo de um lugar mais agradável, com segurança e custo baixo, os empresários poderão repassar essa ‘economia’ ao consumidor. Além disso, com relação ao turismo a Cidade também ganhará muito. Vai ser atração”, garantiu.

Sobre investimentos e valores, Márcia disse que primeiro é necessário que a empresa apresente o projeto – que deve ficar pronto em um mês. “Depois que esse projeto for apresentado, a prefeitura dará inicio a licitação para fazer a mudança na infraestrutura”, ressaltou.

As mudanças devem beneficiar a todos os consumidores, e as alterações incluem construção de espaços accessíveis. A intenção é que todo o centro seja revitalizado e se enquadre na proposta de trazer o conforto de um shopping. “Não tem volta, vamos colocar o projeto em prática. O Sebrae, a Prefeitura, a Associação Comercial Empresarial e empresários beneficia a todos”, garantiu.

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