Premiado sistema de gestão pública.

Desenvolvido no campus Luiz de Queiroz, projeto dá transparência a uso do dinheiro público

DANIELE RICCI
Da Gazeta de Piracicaba
daniele.ricci@gazetadepiracicaba.com.br

Um sistema voltado à gestão administrativo-financeira, desenvolvido por uma equipe da coordenadoria do campus Luiz de Queiroz, na Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), foi finalista na categoria Excelência em Gestão Pública do 6° prêmio Governador Mario Covas 2009.

Este foi o segundo ano consecutivo que a equipe foi selecionada e a premiação ocorreu semana passada, na Sala São Paulo, na Capital.

A equipe do projeto é formada pelo contador-chefe Antonio Luiz Sant’Anna, pela chefe da seção de compras e contratos Eliete Aparecida Olaya, pela tesoureira Giane Smaniotto Dantas, pelo chefe da área de materiais Marcelo Mainardi Jorge, sob a coordenação do diretor administrativo do campus Luiz de Queiroz, Daniel Felipe de Camargo Franco.

SISTEMA. Aplicado na administração da coordenadoria do campus, o Padrão Gerencial do Sistema de Compras foi criado para organizar os processos de aquisição de materiais e produtos, contratação de serviços para a unidade, por intermédio da realização de licitações por pregão.

A ideia é favorecer a transparência nas ações com o dinheiro público, lembrando que o campus Luiz de Queiroz pertence à USP (Universidade de São Paulo), gerida pelo Governo do Estado de São Paulo.

Segundo Franco, comparado a outros campi da USP, o Luiz de Queiroz apresentou, após a adoção do novo processo, o melhor índice de desempenho em licitações. Dos cerca de R$ 11 milhões em recursos utilizados no ano passado para as despesas do campus, 93% foram por intermédio de licitações em pregão. Os outros campi – São Paulo, Ribeirão Preto, Pirassununga, Bauru e São Carlos – totalizaram uma média de 80%.

“O restante desses índices é classificado como aplicações em circunstâncias imprevistas ou emergenciais, que não podem esperar licitação”, disse o coordenador.

De acordo com ele, a adoção do programa, já feita pelos campi de São Paulo e Ribeirão Preto, implica numa mudança cultural em relação à organização do planejamento das ações e ajuda a quebrar a cultura de que em órgãos públicos tudo é demorado.

“Provamos que basta ter um sistema organizado que as coisas funcionam muito bem”, falou Franco.

Outro resultado do sistema foi que, nos pregões onde há aplicação do projeto, a média de economia do campus (24,5%) supera a da Administração Geral do Estado (19,6%) – pregões de todos os órgãos públicos – e da Secretaria de Ensino Superior (22%).

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