Prefeitura engaveta lei que extingue monopólio.

Projeto foi aprovado em dezembro passado pela Câmara

Está engavetada há cinco meses na prefeitura a lei que prevê mudanças no transporte coletivo da cidade, entre elas o fim do monopólio da Circular e abertura para concorrência de duas empresas.

O projeto tem 20 capítulos e 68 artigos e foi aprovado em dezembro passado pela Câmara com regras e determinações que não saíram do papel.

“Na hipótese de concessão, deverão ser obrigatoriamente contratadas duas empresas”, diz o artigo 2º da lei.

Assessoria de imprensa da prefeitura informou ontem que deve ser aberta licitação para contratação de empresa especializada em engenharia de tráfego que vai mapear o transporte público em Marília.

Já a Secretaria de Planejamento Urbano, que deve executar o contrato, não quis dar detalhes.

Por outro lado o presidente do SAF (Sistema Auxiliar de Fiscalização), Antônio Carlos da Silva, afirma que a empresa já está contratada, mas não começou os serviços.

O fim do monopólio da Circular foi um dos temas da Festa do Trabalhador, promovida pela Força Sindical, sábado. Dirigentes cobraram autoridades o descaso da empresa, que não colocou ônibus para atender o evento.

O jornalista José Ursílio, durante discurso para mais de 30 mil pessoas, foi aplaudido quando cobrou o fim do monopólio do transporte coletivo. “É um absurdo, Marília não pode continuar assim”, disse.

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