Prefeitura deve abrir licitação neste ano para a coleta de lixo domiciliar

Ednéia Silva

Ano novo, problema velho. A coleta de lixo voltou a ser alvo de reclamações por parte da população no final do ano passado. Em alguns bairros a coleta não foi feita na sexta-feira, véspera do Réveillon, apesar de ter sido programada.

Por conta disso, os moradores colocaram o lixo na rua e o material não foi recolhido gerando reclamações. “Sem a coleta de lixo ontem (sexta-feira), minha rua virou um caos. É uma grande falta de respeito da prefeitura”, comentou Sandra Borsari, no site do JC.

Vale lembrar que no Natal aconteceu problema similar, ou seja, a coleta não foi feita em alguns bairros porque dois caminhões da empresa tinham quebrado. Desta vez, houve atraso na coleta na sexta-feira gerando acúmulo de serviço, em função do feriado.

O secretário de Meio Ambiente, Milton Machado Luz, explica que em caso de quebra de caminhão a empresa tem 24 horas para repor o veículo. Entretanto, ele ressalta a importância da população colaborar não colocando o lixo na rua em dias em que não haverá coleta. “É mais fácil as pessoas acondicionarem o lixo em casa, mas elas não têm paciência para isso”, afirma o secretário. Ele lembra que devido às festas de fim de ano a produção de lixo aumenta cerca de 10%.

Para resolver o problema, a prefeitura estuda mudanças para o serviço. De acordo com o secretário, o governo municipal deve abrir uma nova concorrência do lixo neste ano. Porém, ele explica que a licitação é de praxe após o fim do contrato com a atual concessionária que vence neste ano.

O secretário explica que o serviço de coleta precisa ser ampliado já que houve um boom habitacional nos últimos meses, com a construção de vários conjuntos residenciais. Em outros bairros, existe a necessidade da coleta ser feita mais vezes por semana.

“Pretendemos ampliar o serviço o máximo possível dentro das condições financeiras da prefeitura”, informa. Machado Luz lembra ainda que licitação deverá contemplar também a ampliação da coleta seletiva e do cata bagulho, que também recolhe material reciclável.

Em entrevista concedida na semana passada ao JC, a diretora do Departamento de Resíduos Sólidos, Regina Ferreira da Silva, disse que a meta do governo municipal é dobrar a coleta seletiva neste ano. Hoje, o serviço é feito em 19 bairros e a cooperativa consegue reciclar 100 toneladas de lixo por mês. Porém, estima-se que 350 toneladas das 5.000 que chegam ao aterro podem ser reutilizadas.

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