Prefeitura assume gestão do aeroporto em Campos, no RJ

Infraero foi contratada para dar continuidade aos trabalhos no local.
Autarquia segue até a transição para empresa ganhadora da licitação.

Prefeitura assume gestão do aeroporto em Campos, no RJ
Operadora vencedora do consórcio passará a operar no lugar da Infraero (Foto: Divulgação/ Ascom)

A partir desta quinta-feira (1º), o Aeroporto Bartolomeu Lisandro, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, passa ser de gestão da prefeitura da cidade. No entanto, a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), que é vinculada à Secretária Federal da Aviação Civil (SAC) e administrava a unidade até então, foi contratada para continuar gerindo o aeroporto até o fim da licitação para a escolha de uma empresa concessionária, o que deve acontecer ainda este ano. A previsão é que não haja alteração nos voos por enquanto.

De acordo com o presidente da Companhia de Desenvolvimento do Município de Campos (Codemca), Wainer Teixeira, o edital será publicado dentro de aproximadamente duas semanas.

“Publicaremos o edital até meados de outubro e até a conclusão da licitação para a escolha da empresa concessionária que vai operar o aeroporto, a operação será feita pela Infraero com todo efetivo atual, por 90 dias, conforme estipulado neste contrato para a transição”, afirmou Wainer.

Prefeitura assume gestão do aeroporto em Campos, no RJ
Convênio foi assinado na noite desta quarta-feira (30)
(Foto: Divulgação / Prefeitura de Campos)

Após a assinatura do convênio, que aconteceu na noite desta quarta-feira (30), a prefeita Rosinha Garotinho falou sobre a importância do ato e garantiu que, conforme vem sendo solicitado à SAC e à Infraero, os empregos no Bartolomeu Lisandro serão mantidos.

“Estamos dando mais um importante passo neste processo de municipalização do aeroporto de Campos para promover o desenvolvimento. Nossa meta é ampliar o Bartolomeu Lisandro para atender as demandas crescentes de passageiros, com mais conforto e melhores aeronaves, e também transformá-lo num porto seco, para importação e exportação de mercadorias e peças para as indústrias que se instalam em Campos e na região”, analisou Rosinha.

“Não temos interesse que nenhum funcionário do aeroporto saia. Desde que iniciamos os entendimentos com o governo federal para municipalizar o aeroporto, tenho tido a preocupação de que a transição e a entrega da concessão para a iniciativa privada não gere desemprego, mas que gere mais empregos”, finalizou.

O superintendente Pedro Romano comemorou o fato de que os 27 funcionários da Infraero e mais os terceirizados das empresas contratadas vão permanecer trabalhando normalmente.

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