Prefeito quer aterro sanitário terceirizado.

Um ano após aumentar taxa de lixo, é que Executivo começa tratar do assunto

O prefeito Geninho (DEM) encaminhou à Câmara Municipal esta semana, o projeto de Lei 4.212/2010, que autoriza o Poder Executivo a outorgar em regime de concessão, mediante licitação, a implantação, operação e manutenção de aterro sanitário em Olímpia, promessa feita por ele ainda no início do ano passado, quando impôs o reajuste de 128% na taxa de coleta de lixo, alegando ser com esta finalidade. Mas, só que agora Geninho fala em terceirização do setor. Ou em “parceria público-privada”, a PPP. O projeto foi deliberado e encaminhado para a Comissão de Justiça e Redação, que após análise minuciosa, emitirá parecer favorável ou não à sua tramitação.

O objeto da concessão, de acordo com o projeto, “compreende a implantação, operação, manutenção e eventual ampliação do aterro sanitário licenciado pelos órgãos ambientais no município”. A escolha de uma concessionária, diz ainda o projeto, “será precedida de licitação, na modalidade concorrência do tipo menor preço ou do tipo técnica e preço”. O prazo previsto de concessão será de 20 anos, após o que os serviços e obras contratados reverterão ao município. Mas, o prazo da concessão poderá também ser renovado por igual período.

O prefeito tem insistido em que a questão do lixo na cidade “é uma bomba em seu colo”, deixadas pelos prefeitos anteriores a ele, “que nada fizeram nesta área”, e que mesmo com a terceirização temporária, “continua dando dores de cabeça”, conforme postou em seu Twitter esta semana. Agora, Geninho vê como “urgência” a implantação deste aterro na cidade, que ele chama de “Central de Resíduos”.

Para o prefeito, os mais de 800 quilômetros quadrados de área que a cidade possui, “é farta para abrigar um empreendimento deste porte”. “O prefeito anterior licenciou uma área que ainda precisa ser desapropriada, e até estamos em tratativas com a família Buzzato”, informou.

MULTI AMBIENTAL
Sobre o problema havido recentemente com a Multi Ambiental, que foi flagrada usando área ilegalmente para transbordo do lixo em Guaraci, depois de ser proibida de usar a área do antigo “lixão” em Olímpia, o que vinha fazendo há mais de quatro meses, Geninho disse que “os problemas não são nossos, já que existe um contrato e ele deve ser cumprido”. E revela que o atual sistema de coleta do lixo “não é o ideal” para a cidade também. “O ideal é pensarmos um pouco além, com uma Central de Resíduos que atenderá a cidade por mais 40 ou 50 anos”, disse.

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