Piratini desiste de desativar Presídio Central e projeta novos pavilhões

Em entrevista ao programa Gaúcha Repórter, superintendente da Susepe citou déficit de cerca de 6 mil vagas

Piratini desiste de desativar Presídio Central e projeta novos pavilhões
Pavilhão C foi destruído no ano de 2014
Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

O governo do Estado desistiu do plano de desativar e demolir o Presídio Central, em Porto Alegre, e projeta a construção de pelo menos quatro novos pavilhões no mesmo local. Segundo a superintendente da Susepe, Marli Ane Stock, é necessária a construção de estruturas que exijam menor número de servidores para funcionamento. As informações são da Rádio Gaúcha.

Em entrevista ao programa Gaúcha Repórter, nesta sexta-feira, a superintendente ainda citou um déficit de cerca de 6 mil vagas, por isso avalia ser impossível a destruição do Central. Em 2014, o governador Tarso Genro havia planejado a desativação do complexo, e inclusive houve a demolição do pavilhão C.

Sobre a utilização de celulares pelos presos, que comandam quadrilhas de dentro dos presídios, foram realizadas 290 revistas extraordinárias para localização de aparelhos — o número de apreensões, contudo, não foi informado. Ainda existe um projeto para uma cobertura de tela em 16 pátios, como forma de coibir o arremesso de celulares do lado de fora.

Penitenciária de Canoas

A Susepe planeja a inauguração da primeira unidade, com vagas para 393 presos, na última semana de fevereiro. A transferência dos detentos do Complexo de Charqueadas e de Arroio dos Ratos será de forma gradativa.

A estrutura já está pronta. No entanto, falta apenas a conclusão do mobiliário e realocação de servidores para funcionamento do presídio. Já a Penitenciária 2, com capacidade para mais de 800 apenados, deve entrar em funcionamento no segundo semestre.

Também já foi aberta uma licitação para compra de bloqueadores de sinal de celular no Complexo.

Já a Penitenciária de Guaíba está 74% concluída, e a conclusão está prevista para o segundo semestre do ano. No entanto, a falta de servidores pode atrasar o funcionamento e transferência de presos para o local.

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