Para garantir direitos trabalhistas nas Olimpíadas, UGT participa de reunião no COB

Foto: Divulgação
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A União Geral dos Trabalhadores (UGT) participou, de uma reunião na sede do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), no Rio de janeiro, em que foi discutida a contratação de empresas idôneas para a prestação de serviços durante os jogos olímpicos de 2016.
Estiveram presentes ao encontro Nilson Duarte, presidente da UGT-RJ; Weber Matias, Sindicato dos Profissionais de Educação Física de São Paulo; Benjamin Parton, Diretor da Uni Américas; Luiz Fernando Correa e Flavia Diniz, respectivamente Diretor de Segurança e Gerente de Relações Institucionais de Segurança do COB, entre outros.
Nilson Duarte lembrou as experiências de negociações e os fatos ocorridos durante o período pré-copa do mundo de 2014, deixando claro o quanto e importante a participação dos trabalhadores nas comissões de acompanhamento do RIO 2016, neste sentido o mesmo sugeriu que o COB participe, juntamente com representantes dos trabalhadores, de um grupo permanente de discussão, onde envolva o Comitê Olímpico, Governo Federal, Empresários e Trabalhadores.
Durante a reunião, os sindicalistas foram informados que toda a área de Segurança, assim como a responsabilidade como licitações, esquema de segurança, entre outros, está sendo repassado para o Governo Federal, que coordenará tudo por meio da Secretaria de Grandes Eventos, ligada ao Ministério da Justiça que provavelmente realizará as licitações até o final do primeiro trimestre de 2015.
Para Weber Matias (Sinpefesp e UGT-SP), que agradeceu pela disponibilidade e a atenção dada pelo COB em receber os trabalhadores, a UGT está sendo protagonistas de uma série de discussões que já estão acontecendo na central e envolvendo as mais diversas categorias, desde os seguimentos esportivos, como também construção civil e vigilantes, pois há uma grande preocupação ugetista em zelar pelas garantias dos trabalhadores.
Por fim, os sindicalistas saíram da reunião preocupados, uma vez que que tudo será de responsabilidade do Governo Federal, onde todos sabem das inúmeras dificuldades em abrir negociação. Mas, por outro lado houve a satisfação pelo fato da recepção e atenção dada pelo COB em ouvir os trabalhadores.
A partir de agora, a UGT tentará realizar uma audiência com o Governo Federal, para levar ao conhecimento deles as práticas antissindicais que algumas empresas estão impondo a seus funcionários.

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