Obras públicas licitadas pelo governo do Estado empregam 12 mil trabalhadores no RS.

De acordo com levantamentos realizados nesta sexta-feira (20) pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (Daer) e a Secretaria de Obras Publicas, 12.095 mil pessoas estão empregadas em obras de licitação contratadas pelo governo do Estado. Deste universo, 10.095 trabalhadores atuam na construção, recuperação e manutenção de prédios públicos, como escolas e postos de saúde, entre vários outros. Ao todo, são 673 obras no RS. No setor rodoviário, 36 obras do Daer em 62 municípios ocupam 2 mil trabalhadores. Por determinação da governadora Yeda Crusius, a aplicação do Orçamento 2009, de R$ 2,370 bilhões, começou a ser acelerada. A prioridade é contribuir para a manutenção dos atuais empregos e criação de novos postos de trabalho.

Os empreendimentos vinculados à Secretaria de Obras Públicas têm duas origens. Trata-se de obras em andamento e por iniciar. Estas últimas já foram licitadas, estão com contrato assinado e têm recursos empenhados. Apenas em Porto Alegre, conforme ilustra a diretoria de Obras da Secretaria, atualmente 13 trabalhos de reformas estão sendo feitos em escolas estaduais. A média de empregados para cada uma dessas obras é de 15 pessoas.

Na relação de investimentos citados pela Secretaria, não estão incluídos os presídios, nos quais o Estado entra com contrapartidas, e não leva em conta grandes obras de empresas estatais, como a Corsan, que aplicará mais de R$ 425 milhões neste ano na ampliação dos sistemas de água e saneamento, com geração de milhares de empregos.

Nas obras em rodovias – basicamente construção e restauração -, o Daer aplica, desde o ano passado, R$ 100 milhões. Em 2009, começarão a ser transferidos mais R$ 350 milhões para investimentos em estradas, já assegurados no Orçamento. A verba deste ano terá como destino 56 obras rodoviárias, mas a meta do Daer, autorizada pela governadora Yeda, é expandir o teto do investimento para até R$ 500 milhões.

Se este objetivo for alcançado, o número de obras em estradas saltará das 56 projetadas para 156, segundo estimativas feitas nesta sexta-feira por engenheiros do Daer. O efeito sobre o mercado de trabalho ainda não foi dimensionado, mas deverão ser abertos outros milhares de empregos.

Como para cada emprego direto no setor de obras rodoviárias são gerados outros três postos, indiretos, o Daer estima que, além dos atuais 2 mil empregos diretos no RS, foram criadas cerca de 6 mil vagas sem carteira de trabalho assinada. No setor de obras públicas não-rodoviárias, o cálculo da diretoria de Obras da Secretaria é da criação de um emprego indireto para cada posto direto.

A Câmara Setorial de Desenvolvimento Econômico e Inovação, coordenada pelo secretário-geral de Governo, Erik Camarano, acompanha diariamente os efeitos da crise global na economia do Rio Grande do Sul e trabalha para ajustar as ações do governo do Estado, através de investimentos e do Orçamento, em benefício dos empregos. É uma prioridade estabelecida pela governadora Yeda Crusius.

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