Nova licitação do transporte público de Manaus terá empresas que já atuam no sistema

Das 37 empresas que compraram o edital da licitação, apenas nove apresentaram propostas. Destas, cinco já prestam o serviço atualmente em Manaus, mas sob administração do consórcio Transmanaus.

Manaus – Das nove empresas que se candidataram para a licitação dos novos contratos de prestação de serviço de transporte público em Manaus, apenas três não atuam no setor atualmente. As duas maiores empresas que prestam o serviço atualmente na cidade, a Eucatur e a São José, não participaram da licitação, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus, Josivaldo Oliveira.

Ontem, a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) realizou a abertura dos envelopes com as propostas das empresas interessadas. Na próxima segunda-feira, a prefeitura irá anunciar a data para divulgação dos resultados da primeira etapa do processo.

Prazo

Segundo o superintendente da SMTU, Marcos Cavalcante, se todo o processo transcorrer sem problemas, a licitação deve ser finalizada em março e as novas empresas começarão a operar já em abril, quando deve acontecer também o reajuste da tarifa praticada atualmente.

Das 37 empresas que compraram o edital da licitação, apenas nove apresentaram propostas. Destas, cinco já prestam o serviço atualmente em Manaus, mas sob administração do consórcio Transmanaus.

Mudanças

De acordo com Cavalcante, uma das principais mudanças deste edital será a divisão das linhas em dez lotes, onde cada empresa vencedora poderá operar em no máximo dois lotes e a proibição da formação de consórcios. “A divisão das linhas em lotes será muito benéfica para que nenhuma empresa fique gigante, além de facilitar a operação e a fiscalização”.

Segundo as regras do edital, as empresas vencedoras deverão, nos dois primeiros meses de operação, diminuir a idade da frota, que atualmente é de dez anos, para seis anos. E em quatro meses de operação, a substituição deverá diminuir a idade de frota para no máximo quatro anos.

Segundo Cavalcante, se estas metas forem atendidas, as empresas terão direto ao aumento da tarifa. “Faremos um reajuste técnico da tarifa, observando o equilíbrio econômico. Isso leva em conta os aumentos de gasolina, de operação e outros fatores que ainda estamos avaliando. Este calculo também depende da data em que se iniciarem as operações e ainda não temos isso definido”, afirma. Com os novos contratos, a frota de ônibus de Manaus deve aumentar de 1.300 carros para 1.631, de acordo com o superintendente.

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