MS terá cinco Escolas Técnicas Federais.

Está marcada para o próximo dia 11 de novembro a abertura das propostas do processo de licitação para a construção de cinco escolas técnicas federais em Mato Grosso do Sul. As escolas serão implantadas nos municípios de Aquidauana, Coxim, Corumbá, Ponta Porã e Três Lagoas.

Além da instalação das cinco EFETs (Escola Técnicas Federais), o Estado também foi beneficiado pelo governo federal com a construção da Agrotécnica Federal de Nova Andradina e da IFET (Instituto Federal de Ensino Tecnológico) de Campo Grande, cujo as obras já foram iniciadas.

A implantação das escolas técnicas profissionalizantes é uma antiga luta do deputado federal Geraldo Resende (PMDB), que, juntamente com os demais membros da bancada federal, realizou diversas articulações junto ao Ministério da Educação para garantir a instalação desses centros técnicos no Estado.

Na opinião de Geraldo Resende, a implantação de uma Escola Técnica Federal vinculada à UFGD, é uma chance concreta de fortalecer ainda mais a expansão da educação em Mato Grosso do Sul, promovendo a transferência de tecnologia e a formação de mão de obra profissional e capacitada para os setores da economia que têm apresentado as maiores demandas no Estado.

“As escolas técnicas federais são conquistas de fundamental importância para o nosso Estado, já que estarão promovendo a educação de qualidade e formação de profissionais capacitados para atuar em diversos setores da economia. É um projeto belíssimo que contribuirá para o desenvolvimento do Mato Grosso do Sul”, comentou.

A implantação dos institutos federais em todos os Estados do país acontece em função da expansão do ensino profissionalizante que começou em 2005 e tem conclusão prevista para 2010.

De acordo com o Ministério da Educação, serão 311 campi federais em todo o território nacional, com atuação no ensino médio integrado ao técnico (50% das vagas). Nessas instituições serão oferecidos cursos de licenciaturas (20%) e cursos superiores de tecnologia ou de bacharelado tecnológico (30%), além de especializações, mestrado e doutorado profissionais.

Conforme Geraldo Resende, o objetivo dos cursos é de formar profissionais competentes para se adequar às mudanças no mercado de trabalho. “A metodologia dos Institutos Federais vai além do simples ensino de ofícios, entra também no campo do ensino técnico e científico. O ensino profissionalizante oferecido pelo instituto visa a inclusão social e tem o compromisso de intervir na realidade da região onde atua, identificando problemas e apontando soluções tecnológicas para o desenvolvimento sustentável”, comentou o parlamentar.

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