Modal marítimo é proposta dos 3 consórcios que disputam licitação na Capital

Giovana Kindlein
Só três consórcios empresariais dos sete que apresentaram propostas poderão participar da licitação para a implantação de um sistema de transporte público que melhore a mobilidade urbana da Grande Florianópolis. A decisão foi apresentada no final da tarde desta quarta-feira, dia 12, pelo presidente da SCPar (SC Participações e Parcerias S/A), Paulo César da Costa, após o término da reunião com o comitê gestor de parcerias público-privadas.
Entretanto, a realização do processo licitatório em março de 2013 não está condicionada aos estudos técnicos obtidos dos consórcios participantes. As três propostas avaliadas pelo comitê privilegiam o modal marítimo aliado a novos modelos rodoviários e um aéreo. “As alternativas de sistema apresentadas têm contraprestações do governo do Estado próximas a zero”, disse Costa.
O primeiro consórcio é do grupo Jaime Lerner Arquitetos, Soifer Participações, Andreolli, Conselvan, Fraxino e Aerolevantamento S.A. e Redirection. Intitulado “Florianópolis Terra & Mar”, o projeto prevê uma composição marítima com corredores no sistema BRT (Buss Rapid Transit) e tem custo estimado em R$ 16 milhões.
O segundo é do Grupo CCR/S, que detém 80% do capital social da concessionária Barcas S.A. – Transportes Marítimos, a quinta maior operadora de transporte aquaviário do mundo. A proposta para Florianópolis prevê transporte marítimo integrado a um sistema de teleférico. O custo estimado é de R$ 34,65 milhões.
E o terceiro consórcio tem à frente a empresa da Malásia Scomi Engineering, e mais a Quark, MPE e Brasell, com o projeto “Floripa em Movimento”, que planeja um sistema marítimo integrado a carros elétricos, a exemplo dos que já existem no Aeroporto Heathrow International, em Londres. Cada veículo, que comporta de quatro a seis pessoas, trafega sobre uma pista exclusiva a uma velocidade de até 40 km/h.
Os três consórcios fizeram uma apresentação oral dos projetos nesta quarta-feira, na sede da SCPar. Em janeiro, o comitê gestor de parcerias público-privadas deve reunir os prefeitos eleitos da Grande Florianópolis para discutir o assunto. Terão preferência sistemas propostos que dispensem ou apresentem menor necessidade de aporte público.

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