Ministro rebate críticas sobre repasses para obras do PAC.

O ministro das Cidades, Márcio Fortes, rebateu críticas de que de que os desembolsos financeiros para as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estão muito baixos a cada ano, em relação às previsões orçamentárias. “Só faz esse tipo de crítica quem não conhece detalhes sobre uma obra de engenharia. A previsão de gastar R$ 40 bilhões nas obras de saneamento no Programa Plurianual não significa que vá ocorrer necessariamente o desembolso anual de R$ 10 bilhões, pois não se pode pagar nada adiantado”, explicou. Segundo o ministro, no primeiro ano, o repasse do governo para uma obra de grande porte pode até ser zero. Depois do projeto, há demora no rito da licitação, depois a obra pode ter que conciliar problemas ambientais, fundiários. “Às vezes se descobre que o projeto está sendo feito em um sítio histórico e por isso precisa ser revisto. Há os embaraços nas áreas indígenas, enfim, uma série de situações que inviabilizam um andamento como se gostaria”. O importante, para Márcio Fortes, é pagar sempre a partir do cumprimento do cronograma, o que é feito depois que a Caixa Econômica Federal confere a execução. Para ele, medir desempenho com desembolso financeiro é visão equivocada. Márcio Fortes disse que gostaria de entregar mais obras, no entanto isso tem que ser feito de forma correta, e vai ser conferido pelos órgãos públicos de controle. O ministro das Cidades deu entrevista nesta manhã (13) ao programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação.

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