Licitação // Projeto Moradouro aguarda conclusão.

A construção das residências do projeto “Moradouro” pode ser considerado um dos “partos mais difíceis” da Prefeitura de João Pessoa, conforme indica o secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Habitação Social (Semhab), José Guilherme de Almeida Barbosa. O projeto, lançado desde 2007 e que promete transformar os sete casarões da Rua João Suassuna em locais habitáveis, ainda precisa passar por uma grande reforma para se transformar nas 35 moradias para a população. A Semhab acredita que ainda este mês o edital será lançado e projeta o início das obras para janeiro do ano que vem, se a licitação transcorrer no prazo mínimo de 45 dias.

“A Caixa Econômica aprovou o projeto e nós estamos prontos para lançar o edital de licitação para que as empresas se habilitem a realizar as obras”, informou o secretário José Guilherme, que não detalhou o dia em que será lançado, mas confirmou que toda a documentação, incluindo as análises do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o financiamento através do programa habitacional “Minha Casa Minha Vida”, do governo federal junto com a Caixa. A licitação deve abranger cinco casarões, mas dois estabelecimentos restantes seguem em análise pelo Iphan.

Desde que foi feito o lançamento do projeto, mais de 150 pessoas se inscreveram e ainda aguardam a disponibilização das moradias para a concorrência. O secretário-adjunto José Guilherme de Almeida informa que um quantitativo de 35 pessoas continuam inscritas, que devem concorrer inicnialmente às 25 moradias referentes às cinco casas, com mais dez que englobam as outras duas unidades.

Enquanto as obras definitivamente não começam, os comerciantes da região reclamam do aspecto de abandono, além da violência. “O nosso galpão foi arrombado há pelo menos 30 dias”, disse o comerciante Wellisson Sales de Oliveira, que é proprietário de uma loja de móveis planejados em frente aos casarões e chegou, inclusive a trabalhar num dos casarões que atualmente se encontra fechado. “Na época nos deram 15 dias para desocupar o local, porque o proprietário havia feito um acordo com a prefeitura”, lembra.

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