Licitação para novo anexo indefinida

O novo presidente do Tribunal de Contas, Ivan Bonilha, afirmou ontem que não definiu se vai ou não retomar a licitação para a construção de um novo prédio anexo do órgão. Em junho do ano passado, uma investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual resultou na prisão do ex-coordenador geral do TCE, Luiz Bernardo Dias Costa, e outras seis pessoas, sob a acusação de fraude licitação de R$ 36,4 milhões para construir o novo prédio
Na época, Costa foi preso em flagrante recebendo R$ 200 mil de um empresário da construtora que venceu a licitação, a Sial Construções Civis Ltda, para supostamente favorecer a empresa no certame. O TCE suspendeu a licitação e abriu processo administrativo contra os funcionários envolvidos. Em agosto, a 2.ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça invalidou as provas, obtidas através de escutas telefônicas, anulando todo o processo.
“Não há rigorosamente nenhuma instituição pública que passe ilesa nesse período conturbado que estamos tendo nesses últimos anos. Infelizmente todas as instituições podem ter dentro de seus quadros situações que lhe constragem, que lhe causem desabor e até descrédito perante a população”, comentou ontem Bonilha, afirmando que o importante é que a direção do TCE tomou providências para apurar o caso e responsabilizar os envolvidos. “Não avaliei o que vou fazer com a construção do prédio ou a licitação”, disse ele.

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