Licitação para fim de rotatória da Via Parque sai nesta semana

Secretaria de Infraestrutura vai instalar 8 semáforos para tentar dar fim ao caos na região

Nesta semana será publicada a licitação que vai escolher a empresa que vai reorientar o tráfego no cruzamento das avenidas Nely Martins/Via Parque e Mato Grosso, onde há uma rotatória. A garantia é da secretária de Obras municipal, Kátia Castilho.
Segundo ela, após a licitação, que dura um mês até a escolha da responsável pela obra, dentro de dois meses o cruzamento já estará totalmente reformado. Sai a rotatória e serão instalados semáforos.
“O projeto está indo para licitação já na próxima semana. O dinheiro está na caixa da prefeitura. Temos que assinar contrato, isso no final de novembro e  daí, começando as obras, são dois meses para terminar”. Segundo Kátia, a mudança da rotatória por semáforos vai reduzir o tempo de espera de passagem no cruzamento, que sofre com engarrafamentos, principalmente nos horários de pico.
A obra será possível por conta de convênio entre o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e a prefeitura. O investimento é de R$ 1.327.991,81 e a expectativa é de reduzir em 80% o engarrafamento. A rotatória atual vai dar lugar a oito conjuntos semafóricos e é uma solução temporária.
Isso porque a solução final e já identificada para que o estrangulamento do trânsito naquele trecho acabe é a implantação de um viaduto que libere tanto a Mato Grosso quanto a Via Parque. O custo, no entanto, é muito alto. Estima-se que a construção de um viaduto ali varie de R$ 10 milhões a R$ 35 milhões, dependendo da complexidade.
Com a mudança, não haverá conversão à esquerda em dois sentidos: para quem desce a Mato Grosso rumo ao Bairro Carandá e para quem vem pela Via Parque rumo ao mesmo bairro. Isso para que não haja semáforos de três tempos. Os oito semáforos vão cobrir o cruzamento desde a Rua Antônio Teodorowich, em frente ao Hospital Unimed, no Carandá Bosque.
Pelo projeto, já finalizado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seintrha), o objetivo é amenizar o congestionamento na região, um dos maiores gargalos do trânsito campo-grandense, porém a medida já nasce como paliativa e temporária, e só será resolvida com um viaduto.
Outro local que necessita da construção de um viaduto é na rotatória do encontro da Avenida Costa e Silva com a Interlagos, a chamada rotatória da Coca-Cola.
Porém, por lá, a situação, considerada ainda mais crítica, deve ser resolvida mesmo com a construção do viaduto. A prefeitura tenta viabilizar a verba, cerca de R$ 35 milhões, junto ao Ministério das Cidades, porém ainda não teve resposta positiva.

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