Licitação continua em fase de análise

O presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), em Recife, desembargador Federal Luiz Alberto Gurgel de Faria, julgou extinto, na última quinta-feira, o pedido de suspensão de liminar e prejudicado o agravo regimental, ambos ajuizados pelo consórcio Novo Castelão, formado pelas empresas Somague, Fujita Engenharia, Carioca Christiani e Queiroz Galvão.

A decisão não modifica o andamento da licitação. Apenas direciona o agravo sobre o pedido de suspensão para o julgador natural do processo, o relator da 4ª Turma do TRF5, desembargador Federal, Edilson Pereira Nobre. Após o prazo de contrarrazão do consórcio Novo Castelão, o mérito deverá ser julgado pelo relator e mais dois desembargadores.

Segundo a vice-presidente da Comissão Central de Licitações do Estado, Maria Betânia Saboia, da Procuradoria Geral da União (PGE), o processo licitatório da Parceria Público e Privada (PPP) do Castelão continua na fase de análise das propostas técnica e de preço, sem prazo definido para divulgação do consórcio vencedor.

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