Leilão da Anatel não atinge meta

Por Rafael Bitencourt | De Brasília
Os cofres da União deverão arrecadar R$ 237,5 milhões com a venda de 15 dos 54 lotes de frequências da faixa de 1,8 gigahertz (GHz) destinadas à telefonia celular, ofertados ontem pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Além de vender menos da metade dos lotes oferecidos, o ágio médio dos lances vencedores apresentados por quatro teles foi de apenas 0,69%, calculado sobre a soma dos preços mínimos dos lotes vendidos (R$ 235,8 milhões).

A Oi desembolsará a maior quantia pelos lotes arrematados na licitação. Nos quatro lotes adquiridos pela companhia, será pago o total de R$ 110,6 milhões.

Embora a Oi tenha que desembolsar o maior volume de recursos para pagar as frequências, a TIM arrematou o maior número de lotes. A operadora pagará R$ 108,8 milhões por nove lotes. A Claro e a Sercomtel desembolsarão pelo lote adquirido, individualmente, R$ 14,5 milhões e R$ 3 milhões, respectivamente.

Os lotes oferecidos reúnem as chamadas sobras de frequências que não foram aproveitadas pelas empresas em leilões anteriores realizados pela Anatel. O prazo de exploração do serviço, que está associado à tecnologia de terceira geração (3G) da telefonia celular, é de 15 anos, prorrogáveis mais uma vez por igual período mediante novo pagamento.

De acordo com a agência, as frequências ofertadas devem “melhorar a infraestrutura das redes móveis, que vêm experimentando aumento de demanda de tráfego de voz e, principalmente, de dados”.

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