Instalação de usina de lixo não sai antes de dois anos

Prefeitura revisa itens e adia envio de projeto para Câmara

Urgência da prefeitura em terceirizar o tratamento de lixo em Marília por meio da instalação de uma usina privada de reciclagem esbarra na questão tempo. A licença ambiental para início das operações não sai antes de dois anos, segundo informações da Cetesb.
Proposta do município foi apresentada terça-feira (1) durante audiência realizada no auditório do Ciesp. Prefeitura se comprometeu, inclusive, a enviar projeto para Câmara com urgência. O que deveria ter sido entregue ontem deve chegar ao legislativo quinta-feira.
Enquanto isso, aterro opera com capacidade acima do limite permitido e licitação para “exportação” do lixo para ouras cidades continua, com custos que devem chegar a $ 10 milhões por ano. Abertura dos envelopes ocorre dia 22 de março.
A proposta da usina foi bem recebida pela Cetesb, mas alerta que as instalações para processar 160 toneladas de lixo diários de Marília devem ser procedidas de forma adequada.
Segundo a assessoria de imprensa do órgão em São Paulo, a Cetesb precisa de uma proposta mais detalhada, inclusive para informar se a área pretendida, que fica ao lado do atual aterro sanitário do município, é adequada.
Projeto de lei para a instalação da usina já foi enviado à Câmara no ano passado, mas acabou rejeitado pelas comissões internas, por não ser considerado viável ao município.

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