Implantação do Samu em Taubaté atrasa e vai abranger menos cidades

Consórcio englobaria 10 cidades, mas deve começar com apenas cinco.
Previsão é que atendimento começasse em 2014; novo prazo é em 2016.

Implantação do Samu em Taubaté atrasa e vai abranger menos cidades
Samu de Taubaté deve ser implantado em março
de 2016 (Foto: Divulgação/ PMSJC)

Previsto inicialmente para ser inaugurado no primeiro semestre de 2014, o Serviço de Atendimento Móvel e Urgência (Samu) na região de Taubaté só deve começar a atender em março de 2016. Além disso, o consórcio que englobaria 10 cidades da região, deve funcionar em apenas cinco cidades por conta de problemas burocráticos.

Pelo formato aprovado pelo Ministério da Saúde, o Samu será adotado em Taubaté,Tremembé, Lagoinha, Santo Antonio do Pinhal e Redenção da Serra.

Em uma reunião em outubro com representantes da pasta e ficou definido que o projeto terá início ao projeto mesmo antes de ele ser aprovado em outras quatro cidades: Pindamonhangaba, Campos do Jordão, São Luiz do Paraitinga e Natividade da Serra. São Bento do Sapucaí desistiu do projeto. Nõa há prazo para implantação.

O Samu é usado para atendimento em situações de emergência. O serviço é acionado pelo número de telefone 192 e funciona 24 horas. O sistema opera em São José dos Campos e foi recentemente inaugurado em Jacareí e Jambeiro.

Em Taubaté, a sede do Samu será no distrito de Quiririm em prédio anexo a uma unidade do Corpo de Bombeiros. A construção do prédio custou R$ 1,88 milhão, sendo R$ 474 mil investidos pelo governo federal. Cada cidade envolvida no consórcio ainda precisa construir uma base fixa.

A estrutura de pessoal, no entanto, ainda não foi definida. Uma licitação será publicada para definir quantas viaturas, quais equipamentos e quantos profissionais vão atuar em cada cidade. O documento estava pronto para ser publicado, mas levava em consideração a estrutura para atender 10 cidades. Com a redução, outro estudo está sendo realizado.

Pelo projeto inicial, o Samu na região contaria com 20 ambulâncias, sendo três com Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) móvel. Taubaté teria seis ambulâncias; Pinda e Campos do Jordão, que ainda estudam aderir ao projeto, teriam somadas sete viaturas. Cada cidade teria uma ambulância com UTI móvel.

Outro lado
As prefeituras de Campos do Jordão e Pindamonhangaba afirmam que já encaminharam os projetos para implantação do Samu à Câmara e aguardam votação.

O prefeito de São Bento do Sapucaí, Ildefonso Mendes, afirma que desistiu do projeto porque o custo-benefício para a implantação do Samu é alto e o município não tem como arcar. “São Bento do Sapucaí não concordou com os termos. O projeto é fundamental para as cidades que margeiam a Dutra, por exemplo. Mas temos uma Santa Casa bem montada. Samu vai me custar R$ 11 mil de manutenção mensal, além de montar sede. Eu não tenho como custear”.

O prefeito de São Luiz do Paraitinga,  Luiz, Alex Torres, não foi localizado para comentar o andamento do processo. Ninguém foi localizado na prefeitura de Redenção da Serra para comentar o assunto.

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