Grandes projetos vão custar R$ 150 mi.

O Mogi News fez as contas de quanto o município precisa para obras de melhorias em áreas como saúde, transportes e saneamento

Saneamento: No Jardim Santos Dumont, a Prefeitura já deu início aos trabalhos de canalização do esgoto

Júlia Guimarães
Da reportagem local

Quando assumiu a Prefeitura de Mogi, há um ano, o prefeito Marco Aurélio Bertaiolli (DEM) já admitia que a arrecadação orçamentária do município é insuficiente para a implantação de grandes projetos, especialmente nas áreas de saneamento básico, transportes e saúde. O Mogi News fez um levantamento dos custos dos principais deles, previstos ou já em andamento, e chegou à conclusão de que são necessários mais de R$ 150 milhões para que eles sejam executados. A maioria deles, que estão entre as principais carências da cidade, será realizada por meio de convênios com a União.

Os maiores investimentos, previstos ou em andamento, na cidade envolvem a área de saneamento básico. Calcula-se que o montante ultrapasse R$ 100 milhões e a execução da maioria destes projetos só será possível graças a verbas federais. A arrecadação do município não seria suficiente para custeá-los, já que o Executivo precisa aplicar dinheiro em manutenção das mais variadas áreas, como saúde e educação.

O maior projeto deverá ser o da canalização do córrego dos Canudos, em Brás Cubas. Ele deverá custar cerca de 60 milhões e será realizado por meio de verbas federais do programa Sanear para Todos. A previsão é de que a licitação seja aberta este mês e que a obra inclua a construção de uma avenida e de ciclovias à margem do córrego.

Outro grande projeto é de reurbanização dos bairros Vila Nova União, Jardim Lair e Jardim Aeroporto, que custará R$ 22.308.477,74 e será feito por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A licitação chegou a ser lançada em dezembro de 2008, mas terá de ser republicada para atender a um pedido da Controladoria Geral da União (CGU). Além disso, a ampliação do sistema de esgotamento sanitário e a construção de uma estação elevatória no distrito de Jundiapeba estão em fase de licitação. O investimento, de R$ 3.765.548,55, partirá de verbas federais da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Um quarto convênio já está em andamento desde março deste ano e vai garantir a ampliação do sistema de esgotamento sanitário nos bairros Vila Pomar, Vila Paulista, Vila Nova Cintra, Vila Paulista da Estação e Vila Bernardotti, além da região central da cidade. No total, o investimento será de R$ 12.806.215,62. Além dos convênios com verbas garantidas, ainda tramita na Secretaria Municipal de Obras um projeto de valor estimado em R$ 10 milhões para obras de drenagem em todo o distrito de Jundiapeba. A Prefeitura enviou a documentação para Brasília para pleitear verbas federais para a execução do projeto.

Saúde
A principal obra prevista para a área de saúde no município é a construção do hospital municipal de Brás Cubas, que custará aproximadamente R$ 20 milhões e era uma das principais promessas de campanha eleitoral de Bertaiolli. O alto custo poderia ser um empecilho para a realização do projeto, mas a Prefeitura encontrou a solução num convênio, firmado com banco Santander. Cerca de R$ 18 milhões serão provenientes deste acordo.

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