Governo buscará PPP para investir R$ 4,5 milhões na ampliação de museu

Ricardo Campos Jr. e Leonardo Rocha

Reinaldo durante visita ao Museu Dom Bosco (Foto: Marcelo Calazans)
Reinaldo durante visita ao Museu Dom Bosco (Foto: Marcelo Calazans)

A pedido da Missão Salesiana em Mato Grosso do Sul, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) prometeu buscar recursos por meio de parcerias público-privadas para ampliar o Museu das Culturas Dom Bosco, conhecido como Museu do Índio, que fica no Parque das Nações Indígenas. A convite do padre José Marinoni, reitor da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), o governador visitou as instalações e conheceu o acervo do local na manhã desta terça-feira (10). Para garantir o investimento, o Governo propõe PPP (Parcerias Público-Privada) para ampliar o local.
“Temos essa proposta que recebemos do museu e acredito que é viável que o estado ajude sim com recursos para fortalecer esse ponto turístico que recebe, por ano, mais de 200 mil pessoas. Iremos procurar uma parceria público-privada para ajudar nessa expansão”, afirmou Reinaldo ao Campo Grande News.
Marinoni calcula que somente a obra física, sem acabamentos, ficaria em torno de R$ 4,5 milhões. O novo espaço seria utilizado para exposição do acervo de ciência natural do museu. A Missão espera que haja tanto participação do poder público como de entidades privadas nas intervenções.
Para divulgar o local, a entidade pretende formar parceria com o Aquário do Pantanal, que também fica no Parque das Nações Indígenas, de forma que os visitantes, futuramente, façam passeios pelos dois locais em uma única ocasião.
Atualmente, segundo o coordenador do museu, Dirceu Maurício, o ingresso custa somente R$ 5 e a visitação é aberta de terça a domingo. Crianças abaixo dos 7 anos não pagam. O local era roteiro do antigo City Tour de Campo Grande. Hoje, o local recebe em média cem visitas de crianças por dia por meio de parcerias com as escolas municipais que agendam passeios gratuitos para os estudantes.
De acordo com a responsável pela coleção de etnologia, Carla Calarge, o museu conta atualmente com um acervo de 40 mil peças, que vão desde itens relacionados à zoologia, como arqueologia e mostras fotográficas de indígenas.
Antigamente, o local ficava na rua Barão do Rio Branco, em frente à Praça do Rádio Clube e foi transferido para as instalações no Parque das Nações Indígenas em 2009.

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