Geraldo viabiliza recursos para Centro de Diagnóstico Especializado de Dourados

Geraldo viabiliza recursos para Centro de Diagnóstico Especializado de Dourados
Ilustração simula o projeto arquitetônico que está sendo elaborado para o Centro de Diagnóstico Especializado de Dourados

População terá acesso a exames de ressonância nuclear magnética, ultrassonografia, tomografia, análises clínicas, eletrocardiograma e outros

O Ministério da Saúde empenhou quarta-feira (2) a emenda parlamentar individual do deputado federal Geraldo Resende (PMDB-MS), no valor de R$ 3,39 milhões, para a construção do Centro de Diagnóstico Especializado de Dourados e da região (CDED). A unidade de saúde especializada é uma antiga demanda do município que agora se tornará realidade, fruto de um intenso trabalho do parlamentar sul mato-grossense em Brasília.

A previsão é de que o CDED seja implantado ao lado do futuro Hospital Regional de Dourados, que estará localizado no km 3, da BR-463, saída para Ponta Porã. Com o recurso da União assegurado, o deputado firmou parceria com o governo do Estado, que se comprometeu em dobrar o valor das obras, totalizando R$ 6,78 milhões para o projeto.

Pela proposta apresentada pelo deputado Geraldo Resende e aprovada pelo Ministério da Saúde, o CDED será composto por aparelhos e equipamentos de última geração. Assim, a população terá em um único e moderno local, acesso a exames de tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética, ultrassonografia, endoscopia e colonoscopia, raios-x digital, Dopplervelocimetria laboratório de análises clínicas, teste ergométrico, holter 24 horas, eletroencefalograma, eletrocardiograma, densitometria óssea, entre outros.

“Essa unidade especializada é um sonho antigo que se tornará realidade. Isso representa uma grande conquista para encorpar a saúde Dourados. Quando o CDED ficar pronto, os pacientes do SUS não precisarão mais enfrentar longas filas de espera para marcação de exames diagnósticos, sobretudo em clínicas particulares, que tem cobrado muito caro, desfalcando os cofres públicos. Há exames que oneram três ou quatro vezes a mais que a tabela praticada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), comprometendo muito os recursos já insuficientes na saúde”, explicou o deputado Geraldo Resende.

Ainda de acordo com o parlamentar, a ideia é também zerar a fila de espera para realização dos procedimentos. “Vamos ter mais agilidade nos tratamentos clínicos e cirúrgicos aqui mesmo na nossa região, sem a necessidade de encaminhar os exames para as clínicas e alguns outros para Campo Grande”, salienta.

O Centro de Diagnóstico Especializado de Dourados deverá atender os 35 municípios da Região da Grande Dourados, que possui aproximadamente 800 mil habitantes. A unidade de atenção especializada na região pretende ainda fazer retaguarda diagnóstica ao futuro Hospital Regional de Dourados, desde simples exames de hemograma até uma ressonância magnética nuclear.

“Claramente, nosso município terá condições reais de oferecer serviços de atendimento à população com qualidade, excelência e rigor científico, através de exames de alto nível e com equipamentos modernos antes nunca vistos no Mato Grosso do Sul”, destaca Geraldo Resende.

Parceria

Geraldo Resende fez questão de salientar a parceira do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) para tornar realidade o Centro de Diagnóstico Especializado. “Na sua campanha para governador, assumimos o compromisso de apoiá-lo no segundo turno, desde que ele se comprometesse, especialmente, com a melhoria da saúde do Estado. Desde então, nosso objetivo de construir o centro de diagnóstico se tornou um projeto audacioso para Dourados e região”, frisou. O governador Azambuja revelou ao deputado que tem a intenção de expandir o sucesso desse projeto para outras regiões do Mato Grosso do Sul.

De acordo com o plano de trabalho aprovado, a obra terá 1.150m2, distribuídas em 31 salas de consultórios/exames, de um total de 104 ambientes. “A partir do empenho, o governo do Estado será o responsável pela apresentação dos projetos de engenharia, arquitetura e outros projetos complementares que serão analisados pela Caixa Econômica Federal e, posteriormente, autoriza a licitação que escolherá a empresa responsável pelas obras e, por fim, inicia a ordem de serviço”, concluiu Geraldo Resende.

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