Fonte Nova custará menos que R$ 1,6 bilhão, diz secretário.

Governo da Bahia espera reduzir o valor durante negociação do financiamento com o BNDES

Da redação
postado em 03/02/2010 12:11 h
atualizado em 03/02/2010 12:21 h

O secretário Nilton Vasconcelos, da secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia (Setre), divulgou hoje uma nota dizendo ser precipitada a afirmação de que o custo da modernização do estádio Fonte Nova para a Copa 2014 será de R$ 1,609 bilhão.

“Explica o secretário que, em 15 de outubro, data de lançamento do edital da Fonte Nova, não havia ainda uma definição muito clara por parte do governo federal quanto às linhas de financiamento, inclusive do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para as obras dos estádios, o que só ocorreu após a Bahia ter finalizado o processo licitatório da obra de reconstrução e operação da arena”, explica o comunicado.

A Bahia foi o primeiro estado a concluir o processo de licitação do seu estádio da Copa. O governo optou por uma Parceria Público-Privada (PPP) administrativa, modelo em que empresas/consórcio constroem e operam o estádio enquanto o estado paga contrapartidas financeiras mensais para garantir a rentabilidade do negócio. O consórcio formado pelas empresas OAS e Odebrecht foi concorrente único e terá a concessão da Fonte Nova durante 35 anos.

Confira a nota na íntegra:
O secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Nilton Vasconcelos, acha precipitado o cálculo, veiculado hoje na imprensa, de que a reforma total da Fonte Nova implicará em um pagamento de contraprestação de R$107 milhões durante 15 anos.

Explica o secretário que, em 15 de outubro, data de lançamento do edital da Fonte Nova, não havia ainda uma definição muito clara por parte do governo federal quanto às linhas de financiamento, inclusive do BNDES, para as obras dos estádios, o que só ocorreu após a Bahia ter finalizado o processo licitatório da obra de reconstrução e operação da arena.

No entanto, o secretário esclarece que a expectativa é que o valor da contraprestação apresentado pelo consórcio vencedor seja reduzido drasticamente em função das condições de financiamento em negociação com o BNDES. E é nesse sentido, informa o secretário, que o Governo do Estado continua trabalhando, junto com a Fonte Nova Negócios Participações, empresa constituída pelo consórcio OAS/Odebrecht, responsável pela obra.

É importante ressaltar que o modelo de negócios apresentado pelo edital já previa possibilidade de mudança na forma de financiamento.

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