Ex-governador do Rio diz que SAE ampliará parcerias com iniciativa privada

As parcerias público-privadas (PPP) terão papel relevante na montagem dos modelos de financiamentos dos programas a serem sugeridos pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE). Dessa forma, o novo ministro da SAE – e ex-governador do Rio -, Wellington Moreira Franco, pretende aumentar a participação da iniciativa privada em negociações com o governo. Após a cerimônia de transmissão de cargo, ele informou que Paulo Furtado assume a Secretaria Executiva da SAE. Furtado era secretário executivo do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

– Precisamos da montagem de modelo de financiamento para os programas sugeridos, que desonerem o Orçamento Geral da União desse papel, porque sabemos que o Estado brasileiro não disporá dos recursos no tempo que o país requer. É preciso ter inteligência para criarmos estruturas de financiamento que passem pelas parcerias público privadas e por ferramentas de mercado financeiro e de capitais – disse hoje Moreira Franco.

Como principais obstáculos a serem enfrentados ao longo de sua gestão na pasta, ele destacou as ações referentes à Copa de 2014, às Olimpíadas de 2016, além de questões relacionadas à saúde, educação, e à alta densidade populacional das cidades e seus reflexos na segurança, saneamento e transporte.

– Precisamos também atuar visando à ampliação da oferta de emprego. É urgente qualificar nossos trabalhadores para ocupar os postos que estão sendo criados. E, ainda, avançarmos na política de defesa, já que queremos ser a quinta economia do mundo. Essa é uma sólida ferramenta dos interesses nacionais, que implica no desenvolvimento de tecnologias e no reaparelhamento de nossas Forças Armadas – disse.

O importante papel do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) para a SAE foi reiterado pelo novo ministro.

– O Ipea é um patrimônio da produção acadêmica, intelectual e cultural do Brasil – disse após elogiar o acervo do órgão e os diagnósticos produzidos por ele. A afirmação foi feita após especulações de que o instituto passaria a ficar vinculado ao Ministério do Planejamento.

Agência Brasil

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