Estacionamento subterrâneo pode ser saída para fim de mais 3,5 mil vagas

O projeto de revitalização do Centro de Campo Grande pode acabar com até 3.500 vagas de estacionamento e a Prefeitura avalia fazer Parceria Público-Privada para explorar estacionamentos subterrâneos em seis pontos da cidade. A questão foi debatida, nesta segunda-feira (7), em audiência pública realizada pela Câmara Municipal.
De acordo com a coordenadora da central de projetos da Secretaria de Governo, Catiana Sabadin, a revitalização da área central, que busca financiamento de 56 milhões de dólares, está na fase de elaboração de projetos executivos, mas a estimativa é que sejam reduzidas entre duas mil e 3.500 vagas de estacionamento com as intervenções.
Atualmente, o déficit no Centro já chega a três mil vagas. Conforme a coordenadora, os recursos para mobilidade urbana irão promover melhoria no transporte coletivo.
O projeto de revitalização do Centro de Campo Grande pode acabar com até 3.500 vagas de estacionamento e a Prefeitura avalia fazer Parceria Público-Privada para explorar estacionamentos subterrâneos em seis pontos da cidade. A questão foi debatida, nesta segunda-feira (7), em audiência pública realizada pela Câmara Municipal.
De acordo com a coordenadora da central de projetos da Secretaria de Governo, Catiana Sabadin, a revitalização da área central, que busca financiamento de 56 milhões de dólares, está na fase de elaboração de projetos executivos, mas a estimativa é que sejam reduzidas entre duas mil e 3.500 vagas de estacionamento com as intervenções.
Atualmente, o déficit no Centro já chega a três mil vagas. Conforme a coordenadora, os recursos para mobilidade urbana irão promover melhoria no transporte coletivo.
A possibilidade aumentou o descontentamento dos comerciantes, que reclamam terem custeado a mudança das fachadas dos imóveis, mas sem contrapartida das obras prometidas pelo poder público.
“O grande problema é que se abre um buraco na rua, não se conserta porque vão revitalizar a região. Está tudo ficando para depois”, afirma o presidente do Conselho do Comércio Central, André Eduardo Moretto.
Segundo ele, o Centro vive um êxodo de comerciantes que, diante da falta de estacionamento, preferem migrar para bairros com comércio consolidado. “Vários imóveis acabam abandonados. Pouco se percebe de pequenos imóveis de 60 metros quadrados que já fecharam. Em breve, grandes galpões de 3 mil metros quadrados podem ficar desocupados. Para três gestões, nós propusemos soluções, mas nada mudou, só as fachadas”, relata.
Para o primeiro-secretário da ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande), Roberto Oshiro, não se pode repetir erros que aconteceram na revitalização da rua Ceará e avenida Júlio de Castilho.
“Primeiro faz a solução para depois fazer a intervenção. Precisa de um período de adaptação para comerciantes e clientes. É preciso fazer o devido enfrentamento com o poder público, pois muitas vezes buscamos o consenso, mas não dá mais. Eles também têm que fazer a sua parte”, salienta.
Os comerciantes temem que as novas intervenções, como a mudança da fiação para o subsolo, resulte em mais gastos. Diante das reclamações, o diretor-presidente do Planurb (Instituto Municipal de Planejamento Urbano), Marcos Cristaldo, acenou com soluções a curto e médio prazo para contornar o agravamento da falta de vagas para estacionar.
A Prefeitura estuda uma proposta feita pela ACICG, que sugeriu utilizar o estacionamento da Feira Central e abrir uma linha de transporte coletivo na avenida Calógeras e rua 14 de Julho para levar funcionários das lojas e clientes ao Centro.
A médio prazo, o poder público pretende lançar licitação para fazer parceria com a iniciativa privada e abrir estacionamentos no subsolo do Mercadão Municipal, praça do Rádio Clube, praça Ary Coelho, Paço Municipal, Central do Cidadão e estação ferroviária.
Empréstimo – Apesar das várias propostas, o prosseguimento das ações do Reviva Centro, discutidas desde 2009, dependem de empréstimo de 56 milhões de dólares (R$ 128 milhões) com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). A operação precisa de aprovação do Congresso Nacional.
De acordo com Catiana Sabadin, a prioridade será a rua 14 de Julho. A via terá intervenções de paisagismo, ampliação das calçadas e colocação dos fios de telefonia e energia no subsolo. Será revitalizado o trecho da rua entre a Rachid Neder e Fernando Côrrea da Costa.
No dia 12 de junho, a Prefeitura contratou uma empresa para elaborar o projeto executivo. O custo foi de R$ 1 milhão e o documento deve ser apresentado em 60 dias.
A possibilidade aumentou o descontentamento dos comerciantes, que reclamam terem custeado a mudança das fachadas dos imóveis, mas sem contrapartida das obras prometidas pelo poder público.
“O grande problema é que se abre um buraco na rua, não se conserta porque vão revitalizar a região. Está tudo ficando para depois”, afirma o presidente do Conselho do Comércio Central, André Eduardo Moretto.
Segundo ele, o Centro vive um êxodo de comerciantes que, diante da falta de estacionamento, preferem migrar para bairros com comércio consolidado. “Vários imóveis acabam abandonados. Pouco se percebe de pequenos imóveis de 60 metros quadrados que já fecharam. Em breve, grandes galpões de 3 mil metros quadrados podem ficar desocupados. Para três gestões, nós propusemos soluções, mas nada mudou, só as fachadas”, relata.
Para o primeiro-secretário da ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande), Roberto Oshiro, não se pode repetir erros que aconteceram na revitalização da rua Ceará e avenida Júlio de Castilho.
“Primeiro faz a solução para depois fazer a intervenção. Precisa de um período de adaptação para comerciantes e clientes. É preciso fazer o devido enfrentamento com o poder público, pois muitas vezes buscamos o consenso, mas não dá mais. Eles também têm que fazer a sua parte”, salienta.
Os comerciantes temem que as novas intervenções, como a mudança da fiação para o subsolo, resulte em mais gastos. Diante das reclamações, o diretor-presidente do Planurb (Instituto Municipal de Planejamento Urbano), Marcos Cristaldo, acenou com soluções a curto e médio prazo para contornar o agravamento da falta de vagas para estacionar.
A Prefeitura estuda uma proposta feita pela ACICG, que sugeriu utilizar o estacionamento da Feira Central e abrir uma linha de transporte coletivo na avenida Calógeras e rua 14 de Julho para levar funcionários das lojas e clientes ao Centro.
A médio prazo, o poder público pretende lançar licitação para fazer parceria com a iniciativa privada e abrir estacionamentos no subsolo do Mercadão Municipal, praça do Rádio Clube, praça Ary Coelho, Paço Municipal, Central do Cidadão e estação ferroviária.
Empréstimo – Apesar das várias propostas, o prosseguimento das ações do Reviva Centro, discutidas desde 2009, dependem de empréstimo de 56 milhões de dólares (R$ 128 milhões) com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). A operação precisa de aprovação do Congresso Nacional.
De acordo com Catiana Sabadin, a prioridade será a rua 14 de Julho. A via terá intervenções de paisagismo, ampliação das calçadas e colocação dos fios de telefonia e energia no subsolo. Será revitalizado o trecho da rua entre a Rachid Neder e Fernando Côrrea da Costa.
No dia 12 de junho, a Prefeitura contratou uma empresa para elaborar o projeto executivo. O custo foi de R$ 1 milhão e o documento deve ser apresentado em 60 dias.

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