Empresa questiona inabilitação em licitação de restaurante popular de MG

Empresa recorreu após ter sido considerada inabilitada para disputa. Licitação para obra da nova unidade em Juiz de Fora está em andamento.

Terreno que será usado para o restaurante popular (Foto: Reprodução/ TV Integração)
Terreno que será usado para o restaurante popular
(Foto: Reprodução/ TV Integração)

Uma das empresas consideradas inabilitadas na nova licitação do restaurante popular, que ficará na Zona Norte de Juiz de Fora, entrou com recurso questionando a decisão, conforme informou a assessoria da Comissão Permanente de Licitação (CPL) da Prefeitura. O prazo para recurso terminou nesta quarta-feira (3).
O nome da empresa não foi divulgado. A partir de agora, as demais participantes, habilitadas ou não, têm até as 18h da próxima quarta-feira (10) para questionarem o recurso apresentada por esta empresa, se desejarem.
Após isso, a CPL irá fazer a análise e dar a resposta oficial, considerando o recurso e as contrarrazões, caso seja apresentadas. Segundo a assessoria, para esta etapa, não há previsão de prazo. Em seguida o processo passa para a análise das propostas das proponentes que permanecerem na licitação.
A construção do segundo restaurante será em um terreno cedido por 20 anos pelo Governo de Minas na Rua Diogo Álvares, no Bairro Benfica. A unidade funcionará em um prédio de dois andares, com 4.100 metros quadrados, oferecendo 196 lugares no refeitório. O horário de funcionamento será das 10h às 14h, de segunda a sexta-feira, e o valor das refeições será de R$ 2.
Segunda licitação
Esta é a segunda tomada de preços para a obra. A primeira, ocorrida em agosto, foi cancelada em outubro pela Prefeitura. O motivo alegado foi problemas técnicos em planilhas que constavam no edital 005/2014.
A nova licitação recomeçou em 26 de novembro, com a checagem da habilitação das empresas que pretendiam participar da concorrência. De acordo com a assessoria da CPL, foi verificado se as empresas eram capazes de cumprir a proposta apresentada à Prefeitura.
Oito empresas enviaram representantes: Viaplan Engenharia e Empreendimentos LTDA., M. Trindade Construtora LTDA., Columbia Construções e Empreendimentos Eirelli, Ribeiro Alvim Engenharia LTDA., Planesan Engenharia LTDA., Construtora Conquista Lar, Costa e Silva Pavimentação e Construção LTDA. e Leal Construtora de Muriae LTDA. Após a análise dos envelopes com as habilitações, a Costa e Silva Pavimentação e Construção LTDA. e a Leal Construtora de Muriae LTDA foram consideradas inabilitadas.

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