Em crise, prefeitura criará novo gasto com segurança particular

Município irá licitar empresa para segurança em terminais, função da Guarda Municipal
DA REDAÇÃO
5 de Março de 2015 | 00h00
Com o foco ajustado para as novas funções que vem incorporando, como a de se armar para fazer trabalho de policiamento e fiscalizar o trânsito, a Guarda Municipal de Campo Grande vem deixando de lado sua função primária e principal: zelar pelo patrimônio público.
Prova disso foi o anúncio da prefeitura, de que nos próximos 60 dias abrirá licitação para contratar segurança privada para cuidar dos terminais de ônibus, serviço que, em tese, é feito pela Guarda, que atualmente tem efetivo de aproximadamente 1,3 mil integrantes.
A terceirização da segurança do prédios públicos da Capital irá gerar mais uma despesa no combalido caixa da prefeitura, que precisa economizar R$ 340 milhões nos próximos meses para evitar um colapso.
Do número total do efetivo da instituição, há 80 guardas atuando junto a Agência Municipal de Trânsito (Agetran), divididos em escalas de 6 horas por dia. Depois de convênio com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MS), firmado em dezembro, a Guarda Municipal passou a operar no trânsito da cidade.
(*) A reportagem, de Anny Malagolini, está na edição de hoje do Jornal Correio do Estado.

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