Edital de concessão “reprisa” 2008

O edital de concessão urbanística do terreno que abrigava a rodoviária velha de Maringá já está no departamento jurídico da prefeitura, em fase de acabamento. A O Diário, o procurador-geral do município, Luiz Carlos Manzato, adiantou que o novo edital de licitação será “bastante semelhante” ao de 2008, quando a tentativa de construir um prédio terminou anulada por ordem judicial.

Com a confirmação de Manzato, o que se pode esperar é uma nova concorrência para a construção de torres comerciais e residencias com até 35 andares e mais de um andar de subsolo de garagens, para uso público – mas com cobrança pelo estacionamento. Uma comissão da prefeitura será responsável pela escolha do melhor projeto.

“O que ainda não está certo é a questão do centro cultural. Pode ser que ele seja em um outro local, o prefeito ainda está definindo isso”, diz Manzato.

A construção de um centro cultural – incluindo biblioteca – bancada pela iniciativa privada e doada à prefeitura, estava prevista no edital anterior. Ao invés do espaço para atividades culturais, a área a ser destinada ao município poderá ser uma praça de atendimento a contribuintes e prestação de serviços públicos – uma agência do trabalhador, por exemplo.

O secretário municipal de Planejamento, Walter Progiante, também confirma as semelhanças com o edital de 2008. “Já assinamos o edital e encaminhamos para o jurídico. Agora é questão de tempo, pode ser que saia dentro de uma semana”, diz.

A disputa de 2008 envolveu dois consórcios. O consórcio Granado-Cidade Verde apresentou um projeto de quatro torres com 35 andares cada uma – três comerciais e uma residencial. Também eram previstos cinco subsolos de estacionamento.

O projeto foi concebido pelos arquitetos Fernando Farinazzo e José Carlos Mendes Cardoso e estava estimado em R$ 100 milhões, com prazo de 5 anos para a conclusão.

Já o consórcio LN-Amplitec havia proposto duas torres, uma comercial, com 35 andares outra residencial, com 19 andares. Entre os dois edifícios, haveria um centro cultural com 3.973 metros quadrados e três andares de estacionamento subterrâneo.

O projeto foi desenvolvido pelo arquiteto Gilmar Ferdinandi e estava estimado em R$ 60 milhões, com prazo de dois anos para ser concluído. Caso tivesse vencido, a obra já poderia ter sido inaugurada.

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