Editais da Câmara de Mauá são publicados hoje.

Matheus Adami
Do Diário do Grande ABC

A licitação para escolha da empresa responsável para fazer a reforma física na Câmara de Mauá começa a tomar forma hoje.
De acordo com o diretor-geral da Casa e presidente da Comissão Permanente de Licitações, Clériston Alves Teixeira, o Legislativo vai finalizar e publicar hoje o edital para as intervenções no local.
Clériston já havia dito que o memorial descritivo (documento que especifica que tipo de obras serão feitas e em que lugares) estava em fase final de análise dos técnicos da Prefeitura. Com base na avaliação do Executivo, o Legislativo vai tocar ou não o que foi planejado.
Entre as ideias já expostas pelo presidente da Câmara Rogério Santana (PT) estão a construção de uma cobertura para proteger os veículos oficiais de chuvas, a melhoria do forro da Casa – para evitar infiltrações e goteiras, atualmente abundantes nos corredores do andar térreo – guarita na parte externa da Câmara e acesso para pedestres de frente à entrada.
As intervenções estão estimadas em R$ 600 mil. O prazo desejado pela direção do Legislativo para dar início à reforma é maio. O motivo é que, no mês escolhido, há teoricamente tempo mais estável, isto é, com menos chuva.
CONVÊNIO MÉDICO – Embora a expectativa da Câmara seja entregar hoje também o edital para contratar empresa para serviço de convênio médico aos servidores, o imbróglio é maior.
Ainda não há definição se os agregados serão ou não contemplados pelo novo plano de saúde. A direção da Casa cogitou cortar a extensão do plano de saúde aos agregados, alegando que, além de abrir precedente para as empresas cobrarem preços mais elevados, o benefício é somente para o funcionário e seus dependentes.
De acordo com o diretor da Casa, entretanto, os agregados ainda podem entrar no convênio. “A extensão aos agregados será definida após recebermos os orçamentos”, explicou Clériston Alves Teixeira.
Segundo o diretor-geral, o que está atrasando a entrega do edital, o terceiro para escolher empresa para o serviço de convênio, é a falta de orçamentos para balizar o valor. “Precisamos de pelo menos três orçamentos. Não podemos utilizar as medições anteriores porque é uma nova licitação”, disse o diretor.
No último processo, a empresa vencedora foi a NotreDame Seguradora. O convênio não foi fechado porque o valor cobrado pela empresa, R$ 332 por vida, foi considerado muito elevado. Para ter direito ao plano, cada servidor teria de desembolsar R$ 115 por mês.
Para evitar nova quantia abusiva, no entender da Câmara de Mauá, foi cogitado inserir no edital um mecanismo que limite o valor da vida, mas a possibilidade foi descartadada.
Hoje, a Câmara conta com 200 servidores e 443 agregados e dependentes.

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