DAE inicia licitação para limpeza do rio Bauru.

Edital de R$ 19,5 milhões está publicado na edição desta terça-feira do Diário Oficial

O prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) e o presidente do DAE (Departamento de Água e Esgoto), Rafael Ribeiro, anunciaram nesta segunda-feira o início da licitação para a implantação de interceptores no trecho compreendido entre a futura Estação de Tratamento de Esgoto Vargem Limpa, no Distrito Industrial 1, e a avenida Nuno de Assis, na altura da quadra 18. O assunto foi adiantado pelo BOM DIA em agosto.

O edital da licitação será publicado terça no site do DAE. O valor previsto em agosto era de R$ 14 milhões, mas agora o DAE estimar que irá precisar pagar R$ 19,5 milhões.

Na prática isso vai significar o início da limpeza do rio Bauru no trecho urbano. Essa é a primeira vez que o DAE faz licitações para instalar interceptores. “Dessa vez é necessária a contratação de uma empresa especializada porque as obras serão muito complexas”, explica Rodrigo.

Saiba mais sobre o tratamento de esgoto
Site: www.daebauru.com.br/site2006/material/fazemos.htm

Esgoto vai continuar poluindo
A limpeza do rio Bauru na área urbana vai representar melhor qualidade de vida para moradores e empresas das suas margens.

No entanto, apenas uma parte do problema será resolvido. O esgoto retirado pelos interceptores vai continuar sendo jogado no rio Bauru, só que agora na região do Distrito Industrial 1, ou seja, cidades da região continuarão a receber a poluição de Bauru.

Além disso, outro trecho urbano do rio Bauru, entre a rodoviária e a avenida Comendador José da Silva Martha, vai continuar recebendo esgoto.

O DAE afirma que fará a licitação desse trecho em torno de 30 dias. As obras são avaliadas em R$ 8 milhões.

Hoje a cidade joga todo seu esgoto in natura no rio Bauru e em seus 10 afluentes.

Estação exige novo estudo
O prefeito Rodrigo Agostinho afirma que a solução definitiva para o esgoto só vira com a ETE Vargem Limpa. “Ela é avaliada em R$ 100 milhões e nosso fundo de esgoto tem apenas R$ 27 milhões, por isso estudamos modelos contábeis e financeiros para obter os recursos”, conta.

Os modelos que a prefeitura estuda são financiamento, concessão total, concessão parcial (Parceria Público-Privada), locação de ativos (paga em 20 anos) e repasse para a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). “Até o final do ano apresentaremos para a Câmara esses modelos, incluindo os possíveis reajustes de tarifas. Também avaliamos contratar uma empresa especializada para fazer esses modelos”, diz.

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