DAE abre licitação em 30 dias para construção de mais 6 reservatórios

Com novos reservatórios, será possível controlar perdas em casos de acidente Fabiano Maia
Com novos reservatórios, será possível controlar perdas em casos de acidente
Fabiano Maia

Para melhorar o atendimento ao consumidor, reduzir perdas e ampliar a quantidade de água tratada reservada na cidade, a DAE irá construir novos seis reservatórios descentralizados. A licitação será lançada em 30 dias e tem prazo para entrega da obra até o final da gestão Pedro Bigardi, em 2016. O investimento já tem verba reservada na Caixa, proveniente do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no valor de R$ 19 milhões.
As obras são necessárias para organizar os investimentos que já tem sido feitos pela administração, como a troca de tubulação (30 quilômetros trocados, restando mais 30km em situação de necessidade) além da instalação de registros. A rede completa na cidade tem 1700 quilômetros. “Iremos construir mais dois reservatórios no Anhangabaú, de 5 milhões e 3 milhões de litros, um no Fazenda Grande, um no Carlos Gomes, um no antigo Kanebo (Distrito Industrial) e um no Cecap. Com essas obras será possível controlar melhor a pressão e a vazão na tubulação”, explica Jamil Yatim, presidente da DAE.
O sistema de abastecimento atual concentra todo o fornecimento nos dois reservatórios de 5 milhões de litros já existentes, ao lado da estação de tratamento. Com esse desenho, não é possível cortar o fornecimento de um determinado bairro, sem afetar outros. Atualmente, a perda de água tratada na cidade é de 30%, ou seja, 450 litros dos 1,5 mil tratados em média por segundo. Nesse percentual não está contabilizada apenas a perda por vazamento ou ligação clandestina. Esse valor também engloba o consumo de prédios públicos, que não pagam pelo fornecimento de água.
Com as construções será possível implantar sistema que diferencie o consumo dos prédios p&uacutuacute;blicos das perdas, a partir dos medidores que serão instalados nos reservatórios e ao longo das linhas de distribuição. “Queremos chegar a 22% de perda ao final da gestão”, destaca. A licitação para a construção, segundo Yatim, deve ser liberada em 30 dias, sendo que o valor disponível está reservado na Caixa Econômica Federal, a partir de aporte do PAC, assinado no ano passado.
Outras medidas – Segundo Yatim, a administração troca anualmente 15 mil hidrômetros que estão desgastados e podem ou não contabilizar o fluxo de água ou registrar a mais.

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