Cronograma da Licitação.

A Notícia – Qual é o modelo e qual o cronograma que a Prefeitura está imaginando para esse processo de licitação?

Luiz Alberto de Souza – A licitação é apenas uma etapa desse processo. O modelo é uma palavra, um conceito que precisa ser contextualizado. A modelagem do sistema de transporte coletivo está sendo planejada pelo Ippuj e Seinfra. Nós queremos ter uma eficiência do transporte com uma tarifa justa para o usuário. Tudo dependendo da modelagem, quantas empresas, se é por consórcio, se não é. Nós, com certeza, vamos precisar ter um período de transição. É uma prestação de serviço. Não é um fornecedor de produto, como cesta básica, que você tira esse e amanhã já tem outro fornecendo. Hoje, temos um sistema implantado em Joinville, mas nosso pensamento é que temos sempre de avançar na qualificação do serviço. A bilhetagem eletrônica e a integração temporal do sistema estão implantadas. São quesitos que deram ganho de eficiência para o sistema e para o usuário.

O sistema tem que ser atrativo ao usuário. Se tivermos três ou dez empresas, o sistema terá que continuar sendo eletrônico, porque o sistema de bilhetagem tem sido único. Vai ser a modelagem do sistema que vai nos dizer qual será o período necessário para a implantação e transição para o novo sistema. Mas o prazo é o seguinte: no segundo semestre de 2011, esperamos ter essa licitação aberta.

AN – A expectativa é de que os vencedores ou o vencedor da licitação assuma quando?

Luiz Alberto – A Prefeitura tem o prazo até 2013.

AN – A licitação certamente vai prever algumas questões técnicas para os participantes. Que planos concretos o poder público pode prever nessa licitação? Qual contrapartida a Prefeitura de Joinville pretende oferecer em termos de infraestrutura?

Ariel Pizzolatti – O processo passa por uma sequência que começou com uma pesquisa de origem de destino. Passa, num segundo momento, por uma definição do modelo que se quer. No terceiro, tem que se fazer o trabalho técnico. Precisamos fazer um estudo sobre estrutura de área para dar uma melhor condição para o transporte. Nessa modelagem toda do processo licitatório é que vamos definir: o que queremos, quantas linhas, quais linhas vão ser operadas, qual ônibus nós queremos, qual será a idade da frota e o cálculo tarifário. Trabalhamos com o conceito de corredores.

O Ippuj já tem uma série de corredores definidos. Cabe ao órgão implantar. Podemos fazer a melhoria da pista de rolamento dos corredores, por exemplo. Temos dificuldade de manutenção em pontos. O problema é o desgaste do asfalto. Pensamos em pavimentar os corredores com concreto armado.

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