CDHU: 639 casas.

Assinatura de protocolo Município já indicou o terreno, que está em análise pela CDHU; prefeito esteve ontem em São Paulo

O secretário de Estado da Habitação e presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), Lair Krähenbühl, assinou ontem protocolos de intenções com prefeitos de 50 municípios, entre eles Barjas Negri, para a construção de 7.762 moradias. Piracicaba irá receber 639 moradias. “Este documento é uma garantia às prefeituras de que as obras serão executadas. Os novos conjuntos vão reduzir o déficit habitacional e gerar mais de 10 mil empregos no Estado”, disse Lair Krähenbühl.

Segundo Barjas Negri, Piracicaba assinou dois protocolos. O primeiro para a construção de 255 casas no bairro IAA – Santa Terezinha e mais 384 em terreno localizado ao lado do Terminal de Ônibus do São Jorge. “A partir de agora, caberá à Companhia de Desenvolvimento Habitacional (CDHU) elaborar os projetos executivos e licitar estas obras”, ressaltou.

Barjas afirma que os dois novos empreendimentos são resultados de parceria do Estado com a Prefeitura, que comprou os terrenos e fará a doação à CDHU. O secretário já havia assumido compromisso com Piracicaba para a construção das 639 unidades e o Executivo foi atrás dos terrenos para que a tramitação dos processos sigam mais rapidamente. O investimento do Estado e da Prefeitura superam os R$ 50 milhões, incluindo toda a infraestrutura do terreno: água, luz, esgoto, iluminação e asfalto.

Os empreendimentos serão construídos pelo Programa de Parceria com Municípios (PPM) e destinados a famílias de baixa renda, que serão selecionadas por meio de sorteio público ou que vivem em áreas de riscos. “É um avanço importante para Piracicaba e significa um considerável investimento do Governo do Estado. São milhões de reais destinados para que sejam construídas casas melhores, mais confortáveis e totalmente acessíveis para idosos e pessoas com deficiência”, disse o prefeito Barjas Negri.

Pelo protocolo, os municípios doarão os terrenos e promoverão projetos sociais, de organização condominial, capacitação profissional e educação ambiental, que devem começar na fase de construção e se estender até a pós-ocupação dos conjuntos. A CDHU repassará recursos para a prefeitura administrar as obras ou abrirá processo de licitação destinado a contratação da empresa que executará os serviços.

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