Câmara de Mauá não publica edital de reforma.

Matheus Adami
Do Diário do Grande ABC

Ao contrário do que foi previsto, a Câmara de Mauá não publicou sexta-feira os editais da licitação para definir a empresa responsável por fazer a reforma física na Casa.
“O edital está pronto mas não houve tempo hábil para a publicação”, explicou o diretor-geral do Legislativo, Clériston Alves Teixeira.
De acordo com ele, o regulamento do certame será publicado na próxima semana. O gasto previsto para a reforma é de R$ 600 mil.
As intervenções físicas no local são planejadas para começar em maio, mês em que, na teoria, há menos chuvas, ou seja, tempo mais estável para construções. Serão feitas, na parte externa, uma guarita, um acesso direto para pedestres além de uma cobertura para proteger veículos oficiais.
Na parte interna, a ideia é consertar as goteiras dos corredores do piso térreo que, somado aos gotejamentos, tem infiltrações nas paredes.
O problema não é exclusivo dos corredores, entretanto. Na última sessão, panos e baldes foram usados no plenário para evitar que as goteiras atrapalhassem os trabalhos.
Além disso, há gabinetes que sofrem com ‘enchentes”. “A reforma das salas não está inclusa no processo. O vazamento que tem no plenário não está previsto”, disse Manoel Lopes (DEM), oposicionista ao governo do prefeito Oswaldo Dias (PT) e ocupante de gabinete ‘molhado”. Segundo o democrata, o colega de oposição Atila Jacomussi (PV) também passa pelo incômodo.
Convênio – Às portas do quarto mês do ano, o convênio médico ainda não tem data para tomar a forma do terceiro edital de licitação. Os planos da Câmara eram soltar o documento ontem, o que não ocorreu.
“Ainda estamos aguardando os orçamentos”, disse Clériston Alves Teixeira.
O diretor da Casa já tinha comentado que, para finalizar o edital, era necessário fazer uma coleta de, no mínimo, três valores de mercado de planos de saúde.
Polêmica -Duas empresas brigam na Justiça para realizar o serviço de limpeza do Legislativo. A Fortin Serviços Especializados em Portaria e Limpeza, derrotada na licitação, entrou com mandado de segurança para evitar que a Athenas Comercial e Serviços, vencedora do processo, assuma o trabalho.
Para a Fortin, a Câmara teria ‘burlado” um artigo na lei de licitações. “Qualquer empresa que se acha no direito de entrar com recurso entra, e somos obrigados a prestar esclarescimentos na Justiça”, declarou Clériston.

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