Câmara adquire 45 computadores.

Vanda Munhoz
vanda@odiariomaringa.com.br

A Câmara Municipal de Maringá comprou 45 computadores de mesa e 17 impressoras a laser ao custo total de R$ 90.600. Cada gabinete dos 15 vereadores receberá um computador e uma impressora. O edital fixava o valor máximo de R$ 145.876,57, mas com a concorrência de 10 empresas, o custo caiu 61%.

Os equipamentos que estão sendo trocados foram incorporados em 2001, já usados e doados pelo Banco Banespa. “Os computadores estavam muito antigos, o pessoal reclamava que eram lentos”, diz o presidente do Legislativo, Mário Hossokawa (PMDB). Ele explica que, dos 45 equipamentos comprados, 15 ficarão para o setor administrativo. No caso dos computadores destinados aos vereadores, houve um sorteio para a ordem da transferência de dados dos equipamentos antigos para os novos.

Hossokawa observa que as impressoras vão gerar economia, pois as novas usam apenas cartuchos de tinta preta, diferentes das antigas, que usavam cartuchos coloridos, mais caros. “Não há necessidade de impressão colorida na Câmara”, diz.

Outra vantagem que a licitação proporcionou, conforme Hossokawa, é que o preço de cada computador ficou abaixo do cobrado no mercado. A pesquisa para o edital apontava um valor máximo de R$ 1.825,11 para cada CPU. O produto foi comprado por R$ 1.500, fora os periféricos. “Fiquei impressionado com os baixos valores dos computadores quando comparados aos de mercado, acho que R$ 2 mil. Aqui na Câmara, devido à quantidade, conseguimos preços mais baixos”.

O pregão para a licitação por menor preço global foi realizado no dia 5 de março, na Câmara Municipal. No edital, a Câmara descreveu os equipamentos: Microcomputador com 4 gigas de memória RAM e HD de 500 gigas; monitor de LCD com 19 polegadas; e impressora a laser, multifuncional. Em 11 de março, o Legislativo homologou a licitação e anunciou a vencedora: R.P. Machado Informática M.E.

Notbooks

Em 2005, o então presidente do Legislativo, John Alves Correa (PMDB), comprou 20 notebooks ao custo total de R$ 219,6 mil para distribuir aos vereadores. Cada equipamento custou R$ 10.980,00 e houve polêmica porque os preços que estavam bem acima dos cobrados no mercado.

O Ministério Público ingressou com ação na Justiça. No processo criminal, John foi absolvido. Atualmente, tramita na Justiça o processo cível. A reportagem procurou John ontem para comentar o assunto, mas não o encontrou. Na época, com a polêmica, alguns vereadores se recusaram a receber os equipamentos que hoje estão sendo utilizados em alguns gabinetes de parlamentares e pelo setor administrativo do Legislativo.

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