BR-101: duplicação completa só em 2016 ou 2017

Quando o engenheiro Ricardo Saporiti apresentou na Fiesc, há mais de três anos, relatório sobre a duplicação da BR-101 e concluiu que as obras só terminariam em 2016 ou 2017, foi um alvoroço geral no DNIT e no PT. Acharam um exagero.
Pois na medida em que o tempo passa vai se confirmado, com maior segurança, a previsão contida no estudo técnico. A BR-101 vai continuar com três gargalos em 2015, e dois deles afunilando o trânsito e provocando monstruosos congestionamentos.
O principal engarrafamento hoje – na ponte de Laguna – deverá ser eliminado em abril ou maio de 2015, se o DNIT não atrasar mais os pagamentos ao consórcio liderado pela Camargo Correa. Há mais de três meses não há pagamento pelo DNIT.
Mas surgirão outras filas monumentais na altura do rio Tubarão. Ali, prevalece o absurdo. A Ponte Cavalcanti, construída no final da década de 1960, está condenada há muito tempo.
O DNIT contratou e executou o túnel do Formigão, mas se esqueceu da nova ponte sobre o rio Tubarão. Só recentemente realizou a licitação e contratou a empreiteira vencedora, que demoliu a Ponte Cavalcanti e começou a construção da nova ponte. Vai levar, no mínimo, um ano e meio.
Quer dizer: o que falta ao Ministério dos Transportes não só planejamento. É um mínimo de competência.

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