bama concede licença ambiental para asfaltamento do trecho sul da BR-156

Liberação refere-se a área de quase 62 quilômetros partindo de Macapá. Trecho será executado pelo governo do estado que pretende iniciar obras ainda em 2017.

revista para iniciar até o fim de ano, a obra de asfaltamento de quase 62 quilômetros no trecho Sul da BR-156 recebeu a licença para atuação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). A liberação era considerada um dos maiores “entraves” pelo Estado para iniciar a pavimentação.

O trecho que parte do quilômetro 21 da rodovia, em Macapá, até um quilômetro após a ponte sobre o rio Vila Nova é de responsabilidade do governo estadual, que recebeu a ordem de serviço do trecho em 2015 do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit).

Com a liberação do Ibama, a Secretaria de Estado dos Transportes (Setrap) abrirá nova licitação para empresa responsável pelo gerenciamento ambiental da obra. Mesmo assim, a construtora contratada para a pavimentação pode iniciar as instalações no canteiro de obra.

“Esse era o maior entrave que nós tínhamos. Já eram três anos de luta e veio na semana passada pelo Ibama depois de todo o trabalho. Mesmo com o período curto de verão estimamos 3 anos para terminar a obra”, detalhou Jorge Amanajás, secretário de transportes.

O gerenciamento ambiental pode garantir a aprovação do projeto executivo do trecho por parte do Dnit. A Setrap explica que está na fase de finalização do planejamento, e que o tempo passado de 1 ano e 8 meses desde a ordem de serviço foi necessário pela complexidade da obra.

“O projeto tem que ser aprovado como um todo. Se acontecer, entre 30 e 90 dias podemos começar o serviço de terraplenagem e quando a chuva iniciar podemos começar pelas nove pontes, que podem ser executadas no período invernoso. Temos aproximadamente R$ 35 milhões em conta e o convênio é de R$ 220 milhões”, completou Amanajás.

Trecho Sul da BR-156

Com quase 270 quilômetros de extensão, a única ligação terrestre entre Macapá e Laranjal do Jari não tem pavimentação e é alvo recorrente de atoleiros e lama durante o inverno amazônico, dificultando as viagens de veículos de pequeno e grande porte.

Para asfaltamento, o trecho foi dividido em quatro lotes, dos quais dois estão sob responsabilidade do próprio Dnit, que diz ter aprovado o anteprojeto de um deles e aguardando recursos federais para licitar o outro. O quarto lote faz parte de um convênio com o Exército, que será responsável por pavimentá-lo. Cada um dos trechos tem cerca de 60 quilômetros de extensão.

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