Archimedes é denunciado pelo Ministério Público de MS.

Ele e sua esposa Juliana Borges Moura Pereira Lima são proprietários da empresa Twin Assessoria e consultoria

DA REDAÇÃO, COM ASSESSORIA

O secretário de Meio Ambiente de Cuiabá, Archimedes Pereira Lima Neto, e sua esposa Juliana Borges Moura Pereira Lima, proprietários da empresa Twin Assessoria e Consultoria, foram denunciados pelo Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul por suposta prática de improbidade administrativa.

Segundo a promotora Filomena Aparecida Depólito Fluminhan, da Vara de Direitos Difusos, Coletivo e Individuais Homogêneos da Comarca de Campo Grande (MS), os atos de improbidade administrativa foram também praticados pelos ex-secretários de Estado de Gestão Pública, Ronaldo de Souza Franco e Alberto de Mattos Oliveira, e pela Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura de MS (Fapems), localizada em Dourados, representada pela ex-secretária-executiva, Viviane Scalon Fachin.

De acordo com a ação, o esquema ilegal protagonizado pelas empresas citadas e pelos integrantes do poder público realizou dispensas ilegais de licitação, subcontratação ilegal, desvio de verbas públicas, contratos celebrados ilegalmente e com cláusulas falhas, contemplação de terceiros com valores desviados do erário público através de licitações fraudulentas, entre outros crimes.

A ação consta ainda o nome de Rocine Nunes Rodrigues, residente em Cuiabá, a empresa Webtech – Softwares e Serviços, através de seus sócios e proprietários, Júlio Minoru Tsujii e Tereza Reiko Tsujii.

No total, o prejuízo aos cofres públicos ultrapassa R$ 1,5 milhão, que, através da condenação, deverá ser restituído ao Estado, em favor da Previdência Social. Os condenados deverão perder cargo de função pública, caso ainda exerçam, ter seus direitos políticos suspensos, além de serem obrigados ao pagamento de multa civil em favor da Previdência Social, e proibição de receber benefícios e incentivos fiscais ou de contratar o poder público.

Outro lado

Ao MidiaNews, nesta sábado (17), Archimedes Pereira Lima Neto negou qualquer tipo de irregularidade na prestação de serviços. “Houve uma licitação e um contrato. Minha esposa prestou todos os serviços de compensação previdenciária para os quais foi contratada. Não sabemos exatamente o porquê de termos sido arrolados nessa ação”, afirmou.

Ele disse que apresentará defesa na próxima semana, com o objetivo de ter seu nome excluído da ação. “Não fizemos nada de errado. Os outros gestores é que são o alvo da ação e fomos incluídos sem saber por que. Mas vamos provar que somos inocentes”, disse o secretário.

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