Após um ano agora, sim, vai

Quatro empresas entram na disputa de licitação milionária do transporte coletivo de Sorocaba

Pedro Guerra
Agência BOM DIA

Após um ano, agora vai. Depois de ser suspensa por duas vezes pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado), a licitação para contratação de empresa para operar o chamado lote 1 do transporte coletivo foi aberta nesta quarta (05) pela Urbes – Trânsito e Transporte.

De acordo com a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Sorocaba, quatro empresas estão disputando o contrato milionário. O custo estimado é R$ 482.510.999,27 por um contrato de oito anos.

Segundo o presidente da Urbes, Renato Gianolla, até esta quarta (05) não houve nenhum pedido de suspensão da concorrência. “Não recebemos nenhuma intimação”, comentou ele.

Gianolla explica que expectativa é que a concorrência seja finalizada na segunda quinzena de abril. “Se tudo correr dentro dos prazos previstos esperamos assinar o contrato nesse período”, afirma o presidente da Urbes.

Emergenciais / O presidente da Urbes, Renato Gianolla, não descarta a assinatura de novos contratos emergenciais para garantir o transporte coletivo na cidade. “Se o novo contrato com a empresa vencedora não for assinado em tempo hábil, sim”, comenta ele.

Os contratos atuais vencem no dia 12 de maio. “Os valores serão semelhantes aos compromissos atuais”, afirma Renato Gianolla.

São quatro empresas que estão operando emergencialmente. O contrato com a Reunidas Paulista tem o valor de R$ 8.935.739,46, com a Viação Rosa de R$ 8.051.198,06.

Com a Jundiá a quantia paga é de R$ 7.989.332,29 e Viação São João, R$ 7.770.040,13. O problema começou na intervenção da TCS (Transporte Coletivo Sorocaba).

O contrato foi rompido com a empresa em dezembro de 2009 por dívidas trabalhistas e também com credores.

Primeira tentativa foi em dezembro de 2009
A primeira tentativa de abertura da licitação foi feita no dia 22 de dezembro de 2009.

44 são as linhas de transporte que a empresa vai operar.

Empresa ficou sob intervenção por 18 meses
A TCS ficou sob intervenção da Urbes durante 18 meses em razão do problemas ocorridos. Os motoristas da empresa realizaram duas greves devido a falta de deposito do FGTS.

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