Anexo do Hospital Albert Schweitzer é implodido em Realengo

Anexo do Hospital Albert Schweitzer é implodido em Realengo
Implosão ocorreu na manhã deste domingo – Marcio Menasce

RIO – Foi implodido por volta das 7h15m deste domingo o anexo do Hospital Albert Schweitzer, em Realengo. No prédio funcionavam a cozinha e o refeitório da unidade, antes da municipalização que ocorreu em janeiro deste ano. O espaço também já abrigou o Hospital Padre Olivério Kraemer. O antigo anexo dará lugar a um novo edifício, onde funcionará a Coordenação de Emergência Regional (CER) de Realengo.

Os três primeiros pavimentos do edifício de seis andares foram envolvidos por seis camadas de tela para evitar arremesso de material durante a implosão. Foram usados 150 quilos de dinamite na implosão, que durou seis segundos. De acordo com o engenheiro responsável pela detonação, Giordano Bruno, para reduzir o barulho e não incomodar os pacientes do hospital, foi usada uma técnica de detonação nova no país, chamada de “espoleta eletrônica”. Mais caro, esse sistema controla a implosão por computador e garante também mais segurança. Também para que os pacientes não se assustassem com o barulho da detonação, alto falantes da unidade tocaram a nona sinfonia de Beethoven.

De acordo com o secretário executivo de Coordenação de Governo da prefeitura, Pedro Paulo, a construção do CER será financiada com parte da verba de R$ 40 milhões, doada pela Câmara Municipal. A quantia é proveniente de economias geradas pela Casa, depositadas num fundo especial. O restante do dinheiro será usado para complementar as obras já em andamento no Hopital Rocha Faria, em Campo Grande.

Pedro Paulo afirmou que ainda não foi decidido como será a gestão no CER. Segundo o secretário, a administração da unidade pode ficar sob responsabilidade da Rio Saúde ou de uma Organização Social (OS).

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, o novo CER terá capacidade para cerca de 700 atendimentos por dia e terá por volta de 300 funcionários. A unidade terá sala de trauma, raio X e fará atendimentos de emergência concentrando os casos clínicos de pequena e média complexidades. A previsão é que a licitação para dar início à obra seja feita dentro de um mês e meio. Segundo Pedro Paulo, a partir da escolha da construtora, a obra deve ficar pronta em cerca de oito meses.

– Nós já tivemos um aumento médio no Albert Schweitzer de cerca de 40% após a municipalização. Boa parte deles poderão ser feitos no novo CER, que deverá atender a cerca de 700 pessoas por dia. Isso vai mais do que duplicar a capacidade de atendimento de emergência na unidade – afirmou Pedro Paulo.

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