AeC vai investir R$ 23 mi neste ano para acelerar plano estratégico.

A AeC, empresa de terceirização de processos de negócios (BPO) e de serviços integrados de contact center, consultoria e software, anunciou que vai investir o total R$ 23 milhões neste ano para a construção de um novo contact center, lançamento de uma solução e aquisições de empresas. A inversão de capital visa dar suporte ao plano de crescimento estratégico plurianual da empresa.

A companhia mineira tinha como meta faturar R$ 230 milhões no ano passado, mas contabilizou R$ 206 milhões. De acordo com o sócio da AeC, Cássio Rocha de Azevedo, o objetivo só não foi alcançado em razão do fechamento tardio de alguns contratos, que acabaram sendo faturados neste ano. “Fechamos alguns projetos com atraso de dois meses”, conta o executivo.

Para este ano, a AeC projeta crescimento orgânico de 50% e faturar R$ 300 milhões. O executivo frisa que a companhia já contabiliza R$ 270 milhões em contratos assinados neste ano. “Para conquistarmos o objetivo, precisamos vender mais R$ 30 milhões durante o ano, o que é totalmente factível”, avalia Rocha, citando como exemplo licitação vencida em janeiro, no valor de R$ 28 milhões, para o fornecimento de soluções de infraestrutura de TI para a Cidade Administrativa do Estado de Minas Gerais, complexo do governo mineiro que reúne os principais órgãos da administração estadual.

Com o propósito de se preparar para o aumento da demanda, a AeC investirá cerca de R$ 18 milhões na construção de um novo centro de contact center, que será inaugurado ainda neste ano. A unidade será instalada em Minas Gerais e vai resultar no aumento de 5,3 mil para 6,5 mil no número total de posições de atendimento (PAs).

A AeC também investiu R$ 5 milhões para lançar a solução de sistema de gestão hospitalar, batizado de Hospitale.

A estratégia da companhia também é expandir os negócios por meio de aquisições. Para tal, Rocha afirma que a AeC está em negociações com um fundo de investimento que vai adqurir participação na companhia em troca do aporte de capital para o programa de aquisições.

Segundo o executivo, o objetivo é de adquirir duas empresas neste ano. Uma das finalidades com a estratégia é expandir a atuação no país, buscando comprar empresas com base no Rio de Janeiro e em São Paulo. O foco são de companhias de serviços de TI e de BPO.

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